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Relação parcial das publicações do POR

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  1. Programa do POR
  2. 30 anos da Comuna de Paris  – Atualidade das lições da Comuna – Primeira revolução proletária. A Comuna de Paris na história da revolução proletária. Marxismo e Comuna de Paris. A Comuna de Paris e a revolução Russa.
  3. 30 anos da Comuna de Paris (cinza) – Primeira revolução proletária. A Comuna de Paris e a Rússia dos Sovietes (Trotsky). Os partidos socialistas da Comuna não se achavam preparados. A Comuna de Paris e o terrorismo. O Comitê Central Absoluto e a Comuna “democrática”. O comunismo democrático e a ditadura revolucionária. O operário parisiense de 1871. O proletariado Petersburguês de 1917. Marx e Kautsky e a memória da Comuna (Lênin).
  4. 2ª conferência nacional. Tendência pelo Partido Operário Revolucionário. Resoluções políticas e organizativas. Apresentação. Resoluções políticas. Avança a crise mundial e a barbárie capitalista. Manifestação da crise estrutural no Brasil. Resoluções sobre a situação nacional. 1. A aparência e a essência da crise. 2. O desenvolvimento da crise estrutural no Brasil. 3. A submissão do país ao imperialismo. 4. A potencialidade da crise política. 5. Capitulação do reformismo perante o neoliberalismo. 6. A burocracia sindical bloqueia a unidade e a ação direta do proletariado. 7. A construção do partido. Resoluções organizativas do POR. I – Partido e programa. II – Programa e organização partidária. III – Desenvolvimento do embrião do partido revolucionário. IV – Elementos constitutivos da organização partidária. 1. A estrutura celular do partido. 2. Regime de funcionamento: centralismo democrático. 3. Partido conspirativo: trabalho legal e ilegal. 4. Propaganda e agitação. 5. Materiais de propaganda e agitação. 6. Auto-financiamento do partido. 7. O partido leninista é de militantes profissionais. Resoluções da conferência. I – Pela derrubada integral do plano antinacional e antipopular de FHC. II – Construir a frente única antiimperialista. III – Construir os tribunais populares. IV – Ampliar a capacidade propagandística e avançar a agitação. V – Resoluções sobre o problema da terra. Apoio ao movimento camponês de ocupação das terras e outras resoluções apresentadas e aprovadas pela conferência.
  5. 3ª conferência nacional do POR. Resoluções internacional, nacional e sobre as eleições.
  6. 55 anos do assassinato de Trotsky. O congresso de liquidação da Internacional Comunista. Trotsky defendeu a III Internacional contra o liquidacionismo estalinista. O congresso de liquidação da Internacional Comunista de 23 de agosto de 1935.
  7. 70 anos de fundação da IV Internacional. Contribuição à história da IV Internacional. Primeira parte. Da oposição de esquerda internacional ao assassinato de Trotsky. Apresentação. Introdução: A IV Internacional vive. As origens da IV: oposição de esquerda internacional. A oposição de esquerda na primeira metade da década de 1930. A batalha pela IV Internacional: a luta contra os centristas. A batalha pela IV Internacional: Os trotskistas na segunda metade da década de 1930 e A batalha pela IV Internacional: A conferência de fundação e o início da guerra.
  8. 70 anos de fundação da IV Internacional. Volume I – Manifesto pela fundação e carta dos Quatro.
  9. 70 anos de fundação da IV Internacional. Volume II – É impossível permanecer na mesma “Internacional”, com Stalin, Mauilkki, Lozovski e CIA e por novos partidos comunistas e uma nova internacional.
  10. 70 anos de fundação da IV Internacional. Volume III – Declaração da delegação bolchevique leninista à conferência das organizações socialistas e comunistas de esquerda; aonde vai o Partido Trabalhista Independente? Sobre a conferência de organizações socialistas e comunistas de esquerda.
  11. 70 anos de fundação da IV Internacional. Volume IV – Há que pôr ponto final; A conferência de Paris: Um firme núcleo para uma nova internacional; êxito ou fracasso? Algo mais sobre a conferência de Paris.
  12. 90 anos da revolução de 1917: A revolução e a guerra (Artigo de Lênin de 1914 e 1917). Apresentação. A guerra e a social-democracia da Rússia. A guerra e a revolução. A revolução Russa e a guerra civil.
  13. 9º congresso nacional do Partido Operário Revolucionário. Manifesto e resoluções políticas, situação internacional e situação nacional.
  14. A crise capitalista no Brasil e o fracasso da frente popular. (lições das eleições de 1994). I – A crise capitalista e as eleições. II – Potenciamento do PT frente-populista. III – O programa de reformas da Frente Brasil Popular. IV – A frente burguesa PSDB/PFL. V – Plano real e as eleições. VI – A ação política do governo e a quebra burocrático-eleitoral da resistência operária. VII – Eleição, corrupção e lei discriminatória. VIII – A intervenção das Igrejas. IX – Apoio das esquerdas à Frente Brasil Popular. X Campanha do voto nulo programático. XI – As massas perante as eleições. XII – O continuímos neoliberal e o reformismo frentepopulista. XIII – A crise interna do PT e a inviabilidade do reformismo. XIV – Tarefas no movimento operário. 1. Enfrentar o plano antinacional e antipopular. 2. Combate o reformismo e sua burocracia sindical. 3. Construir o Partido Operário Revolucionário. Apêndice – 2º turno das eleições para governos estaduais. A acirrada disputa inter-burguesa. As mais e espúrias e corrompidas alianças. O PT se compromete até a alma. O PSTU mantém até o fim seu compromisso com a Frente Popular e o PT se compromete com empreiteiras e se afunda na corrupção.
  15. A crise política na Bolívia. Evo Morales se mostra incapaz de enfrentar a direita. Só a luta revolucionária das massas poderá derrotar a Meia Lua! Apresentação. Avança a crise política na Bolívia. Radiografia das condições do país e cegada de Evo à presidência. Política do governo MAS. Dificuldade de governabilidade. Explorados lutam por suas reivindicações. Crise mundial ampliará a crise política. Agudização da crise. Intervencionismo externo. A chave da solução se encontra na classe operária. Fontes utilizadas, artigos do Massas brasileiro sobre a crise na Bolívia. Massas 362: Referendo na Bolívia. Posição do POR boliviano trotskista e das esquerdas que se dizem trotskistas. A CUT/PT arrastou a Corrente O Trabalho. O PSTU e o referendo. PO da Argentina chama a votar em Evo. Evo saiu vitorioso. E agora? Massas 363: PSTU e a Bolívia. Massas 364. Bolívia: intervencionismo externo. Lula pressionou Evo a ceder. Evo recua e a oposição dita as regras. A solução se encontra na classe operária. Anexos: Partidos do jornal Masas boliviano. Consumada a descomunal farsa cívico-masista. Os masistas impostores zombam dos camponeses fazendo-os marchar por uma constituição que consolida o latifúndio. A marcha do engano e a traição às massas. O acordo entre governadores e governo. Como dissemos, o sangue não chegou ao rio. O MAS em um impasse se saída. Basta de enganos: marchemos para a libertação de Nosso Povo. Tanto o governo como a “Meia-Lua” temem a rebelião dos explorados. Só a luta revolucionária das massas mandará para a lata do lixo a luta inter-burguesa. Expulsão do embaixador ianque. Anexo: Resolução sobre a Bolívia e o 9º congresso do POR-Argentino.
  16. A desintegração mundial do capitalismo e a crise revolucionária na Argentina. A política do POR argentino. Apresentação. A situação revolucionária na Argentina. Basta de modelos capitalistas! Todos fracassaram! As constituintes e alianças políticas com setores patronais são alternativas de outra classe. O “novo” governo continuará com o essencial dos anteriores. As medidas urgentes que devem ser adotadas. As medidas de Rodrigues Saa. 27 de dezembro de 2001. A rebelião popular não pára! Duhalde não pode, a burguesia não quer. Só um governo operário-camponês expressará a grande maioria da nação e poderá transformar definitivamente a economia. A frente única antiimperialista será nossa ferramenta. Estatizar sem pagamento todas as privatizadas. Reduzir todas as tarifas a níveis que possam ser pagas. Nenhuma ingerência do governo espanhol. Terminemos já com a oligarquia financeira. Terminemos com os saqueadores da nação. Romper com o FMI e com o Banco Mundial. Desconhecer a dívida externa. Levantar imediatamente o “corralito”. Para derrotar a inflação: salário mínimo vital e móvel, ajustado de acordo com o índice de preços dos produtos de primeira necessidade. As massas se encaminham para uma ação histórica independente. O enorme significado dos saques massivos. Em que sentido podemos dizer que estamos frente a uma mobilização independente dos explorados? Argentina, como parte da revolução socialista internacional. A irrupção das classes médias. As medidas urgentes que há que adotar: trabalhar pela preparação da assembleia popular convocada. Declaração do plenário de organizações operárias e populares, delegados e ativistas. Altamira e o PO desorientados. Argentina numa situação revolucionária. O governo de Duhalde é um governo capitalista submisso aos ditames do imperialismo. Para resolver as questões mais elementares temos de terminar com esse regime. É hora de romper com o imperialismo. É hora de romper com os latifundiários, com os grandes exportadores. O caminho é a das assembléias populares, dos piquetes, da ação direta das massas. O caminho é o da greve geral com bloqueios de estradas e avenidas, com ocupação dos lugares de trabalho e estudo, para impor todas as reivindicações. Não queremos nenhuma constituinte, nem eleições, nenhuma armadilha. Devemos marchar para uma greve geral para impor todas nossas reivindicações. A burocracia traidora deve ser expulsa do movimento operário. Derrotaremos as divisões mesquinhas e as manobras burocráticas. A unidade dos trabalhadores deve ser imposta porque é condição essencial para o combate que se avizinha. As reivindicações transitórias são um ponto para a tomada do poder pela classe operária e pelos explorados. Organizar autodefesa a partir dos bairros, a partir dos locais de trabalho e a carta aos companheiros delegados.
  17. A desintegração mundial do capitalismo e suas manifestações no Brasil semicolonial. Apresentação. Situação da desintegração mundial do capitalismo. Manifestação da crise no Brasil semicolonial. Resolução sobre a Argentina. Organizar a resistência sob o programa de transição. Combater a lei antigreve e responder à Alca com a luta antiimperialista.
  18. A estratégia neoliberal e a resposta proletária. Apresentação. I – A estratégia antinacional e antipopular do novo governo. Reverter a obra do nacional-populismo. A “democratização” a serviço do imperialismo. II – Fundamentos da reforma neoliberal. Destruição de forças produtivas. Limitação da soberania nacional. III – O jugo da dívida externa. A invasão de capitais especulativos. IV – O Plano Real é refém do capital financeiro imperialista. A reforma constitucional antinacional e antipopular. Privatização desnacionalizadora. Reforma fiscal para sustentar o parasitismo. Ofensiva contra as massas. V – O reformismo e a burocracia sindical frente à crise. A impotência do programa reformista. VI – A estratégia antiimperialista e anticapitalista do proletariado. A luta antiimperialista nos países semicoloniais. VII – Linhas mestras do programa antiimperialista e anticapitalista. Contra a miséria, a fome e a destruição físico-mental dos explorados. Expropriação do grande capital industrial, comercial e financeiro. VIII – Aliança operária e camponesa para derrotar a burguesia e recolonização imperialista e a Frente Revolucionária Antiimperialista.
  19. A formação do capitalismo no Brasil e as premissas da revolução proletária. Do colonialismo escravocrata ao capitalismo semicolonial. Escravismo: raiz do capitalismo no Brasil. A opressão do negro no Brasil e as teses sobre a opressão do negro (III Internacional).
  20. A greve de 80 dias dos Judiciários de São Paulo foi um movimento de resistência à implantação das reformas neoliberais do TJ/Alckmin/FHC/FMI. Apresentação. A política de fome e miséria do governo. A resistência dos trabalhadores. A greve dos judiciários de São Paulo enfrentou a linha neoliberal. Diretriz do governo foi cumprida pela cúpula do Tribunal. Associações pretendiam fazer apenas um movimento de protesto. A política das associações para o movimento. O comando de greve não conseguiu se contrapor às associações. Sobre a comissão de negociação. A magistratura tentou usar a greve a greve em prol de seus interesses. O reformismo e as ilusões democratizantes (PT/CUT). O problema da direção e a defesa do sindicato único. A atuação da Corrente Proletária do Judiciário. Anexos: Boletins da Corrente Proletária no Judiciário. Sem um comando de greve independente não tem greve de verdade. Sem greve de verdade não tem reajuste salarial. O abono não resolve! Só com a greve poderemos repor nossas perdas. Retomar a luta para repor as perdas e barrar os ataques do governo. Salários congelados, sobrecarga de serviço e retirada de conquistas. Plano de reclassificação de cargos e salários. Só um dia de paralisação não basta para garantir o atendimento de nossas reivindicações. Rechaçar o projeto do Tribunal é lutar pela nossa pauta de reivindicações. Reforçar a greve formando os comandos regionais e intensificando os piquetes em todos prédios. Buscar a unidade com o restante do funcionalismo. A assembleia é soberana e suas decisões precisam ser respeitas. O caminho deve ser: unidade com o conjunto do funcionalismo público. Método: ação direta. Objetivo: quebrar a política de arrocho salarial imposta pelo governo/Alckmin/FHC. Lutar pela unidade grevista do funcionalismo. Nada de trocar nossa pauta de reivindicações pelo projeto do tribunal. TJ é obrigado a reconhecer a greve. Impor as reivindicações com a força da greve. Construir um sindicato único com uma direção de luta no judiciário. Para vencer a intransigência do governo e do TJ devemos resistir. Devemos utilizar as passeatas e radicalização. Defender a ocupação dos prédios públicos. Radicalizar a greve para a intransigência do TJ e do governo. A enrolação continua. Responder ao descaso e a intransigência do TJ radicalizar e massificando a greve. Buscar a unidade grevista com as demais categorias do funcionalismo público. Abaixo a Lei de Responsabilidade Fiscal. As CPI’s não resolvem nada. Não aceitar migalhas. Recusar as promessas do TJ. A comissão de negociação não pode negociar às costas da categoria. Recusar migalhas: lutar pela reposição integral das perdas. A saída é fortalecer a greve. Não podemos deixar a greve ser utilizada como elemento de disputa eleitoreira pela cúpula do tribunal. Não rebaixar e não parcelar nossa reposição. A contraproposta do TJ é migalha devemos rechaçá-la e manter a greve para garantir o atendimento de nossas reivindicações. Direção se mostra traidora novamente. A única saída é radicalizar a greve e unificar os movimentos grevistas. Nada de rediscutir o índice de nossas perdas e a direção joga abertamente pelo da greve.
  21. A greve dos professores de Fortaleza: balanço político. Apresentação. 1. A situação no município de Fortaleza, 2. A campanha salarial de 2007. 3. A greve. 4. A avaliação do PCCS: conquista e perdas no plano. 5. A posição das correntes na greve. 5.1. O Trabalho. 5.2. PSTU. 5.3. LBI. 5.4. Crítica Radical. 5.5. POR. 6. Balanço da frente das oposições. 6.1. A tática da frente única sindical. 6.2. Antecedentes e 6.3. A experiência da oposição unificada.
  22. A Guerra e a IV Internacional. Apresentação. A guerra e a quarta internacional. 10 de junho de 1934. Os preparativos para uma nova guerra. A URSS e a guerra imperialista. A defesa nacional. A questão nacional e a guerra imperialista. A defesa da democracia. A Segunda Internacional e a guerra. O centrismo e a guerra. A diplomacia soviética e a revolução internacional. A URSS e as combinações imperialistas. A Terceira Internacional e a guerra. O pacifismo “revolucionário” e a guerra. A pequena burguesia e a guerra. “Derrotismo” e a guerra imperialista. A guerra, o fascismo e o armamento do proletariado. A política revolucionária contra a guerra e a Quarta Internacional e guerra.
  23. A linha do governo neoliberal e a estratégia e a tática grevista (A rica experiência da greve dos petroleiros). Greve dos petroleiros agudiza a luta de classes no Brasil. A estratégia da greve. A tática grevista. A democracia pró-imperialista e a ditadura civil. A trajetória do Plano Real. Defender o método grevista e as formas de luta de massa e desenvolver as reivindicações das massas, construir a Frente Revolucionária Antiimperialista e organizar o Partido Operário Revolucionário.
  24. A luta contra a implantação da reforma neoliberal na universidade (A greve de UERN). A situação particular da UERN. A política neoliberal aplicada na UERN. A situação dos professores. Composição política da UERN. História do movimento grevista: a preparação da greve. Quadro de índices das perdas salariais – professores da UERN. A greve nas férias: o uso eleitoreiro do instrumento de luta. A assembleia de 6 de fevereiro: a confirmação da greve. O caminho da greve: a indisposição de luta da direção. O impasse da greve: ou luta unificada ou continuação do arrocho salarial. A reação da direção à corrente proletária: a luta de morte. Conclusão. Anexo 1: proposta de plano de mobilização da categoria para ser implementado pelo comando. Anexo 2: Mossoró/RN, 23 de agosto de 2000. Anexo 3: organizar a luta: comitê de greve escolhido pela base e união com as outras categorias.
  25. A luta pela revolução proletário na Bolívia/2005. Artigos das seções do Comitê de Enlace pela reconstrução da Internacional. Apresentação. Levante dos explorados bolivianos confirma a necessidade da revolução proletária. Manifesto do POR sobre o levante revolucionário na Bolívia. Todo poder aos que produzem a riqueza do país e suportam a miséria. Argentina: viva a Bolívia operária e camponesa! Pela vitória do levante popular. Não é suficiente que o governo Mesa cambaleie. Nosso objetivo é sepultar a burguesia putrefata. Os sem-terra ocupam terras, as abandonam ou são expulsos; são poucos os assentados. Essa é a solução ao problema da terra? Não! Isso é uma chacota, uma zombaria para as nações indígenas. Como o militante porista conduz sua conduta no seio das massas. Noções básicas. As massas fecham estradas e ruas bloqueando-as; ocupam fábricas e minas; as greves, marchas, atos se generalizam. O país que se levanta contra o governo que agoniza, que faz promessas que não cumpre e que enfurece a todos. O que procuram os oprimidos e explorados e explorados e que busca a classe dominante (burguesia) e seu governo de turno? Nosso método de luta é a violência revolucionária. Expulsão de Mesa e fechamento do parlamento. Recuperar 100% dos hidrocarbonetos, empresas capitalizadas e a totalidade das riquezas. Expulsar as transnacionais do país, seu parlamento e ao governo servil. Problemas do momento: como e onde colocar em pé os órgãos de poder ou soviets? Como agir? A política do POR-Bolívia no seio das massas insurretas. Rodrigues: inimigo da Bolívia e lacaio do imperialismo. O Partido Operário Revolucionário e a situação política atual. Rumo à guerra civil? A ultra-direita do Oriente e os falsos esquerdistas do Ocidente pactuam para conter a mobilização dos explorados (Urma, Cchba, mayo). FDTEULP: conselho consultivo de 14 de junho de 2005. O conteúdo verdadeiro da constituinte e autonomias é burguês, contrário aos interesses das massas populares, uma enganação. O que se deve entender por nacionalização do petróleo e quem a cumprirá? Cooperação entre massas e governo? Grande propriedade burguesa e propriedade social.
  26. A Mulher no Processo Revolucionário. Introdução. I – Os clássicos e o problema da mulher: a) A Opressão da Mulher na Sociedade de Classes. b) A Atitude Diante da Mulher. c) Abolição da Família. d) A Classe Operaria e Neomaltusianismo. e) A Prostituição é uma Instituição Necessária do Mundo Burguês. f) A Igualdade da Mulher. g) Lugar as Mulheres Trabalhadoras! h) Carta para uma Reunião de Operarias em Moscou. i) Construir o Socialismo Significa Emancipar as Mulheres e Proteger as Mães. k) Tese Para a Propaganda Entre as Mulheres. II – Posições do POR frente ao problema da mulher: a) A Mulher e o POR. b) Movimen1o Feminino. c) Entrevista com o Secretario Geral do POR Boliviano. c) Declaração de Princípios. III – Apêndice: Documentos da Terceira Internacional; A) Tese para a propaganda entre as mulheres; Métodos de Ação Entre as Mulheres; Trabalho Político do Partido Entre as Mulheres dos Países de Regime Soviético; Nos Paises Comunistas; Nos Paises Economicamente Atrasados; (no Oriente); Métodos de Agitação e de Propaganda; Estrutura das Seções; O trabalho em Escala Internacional. B) Resoluções referentes às ralações internacionais das mulheres e o secretariado feminino da Internacional Comunista. C) Resolução referente às formas e métodos do trabalho comunista entre as mulheres.
  27. A organização do partido e a III Internacional Comunista. Apresentação. Teses sobre a Estrutura, os métodos e a ação dos partidos comunistas (3º congresso da III Internacional – Junho de 1921). Condições para a admissão dos partidos na Internacional Comunista. (2ª congresso da III Internacional – Julho de 1920) e a estatutos da Internacional Comunista (2º congresso da III Internacional – Julho de 1920).
  28. A posição proletária de luta contra a destruição dos direitos trabalhistas. Apresentação. A “Flexibilização” do trabalho. Destruição de mais direitos trabalhistas. Flexibilização de direitos trabalhistas é mais fome e miséria para os trabalhadores. A burocracia sindical diante da flexibilização do trabalho. A burocracia cutista já negocia a destruição de direitos trabalhistas. A desagregação do capitalismo impõe a eliminação de conquistas históricas da classe operária. A luta pelos direitos trabalhistas depende da ação direta. Governo impõe o fim de direitos trabalhistas. O FMI exige do governo a reforma trabalhista e sindical. O terreno para retirar os direitos trabalhistas foi preparado. A colaboração da burocracia sindical. Força sindical e FIESP juntas na retirada de direitos trabalhistas. A demagogia da burocracia cutista. Os direitos trabalhistas vêm sendo arrancados no mundo todo. A OIT avaliza a redução de direitos. Acordo da Volks: ponto alto da colaboração. A defesa da classe operária depende se sua luta contra os monopólios. Permanece em pé a eliminação de conquistas trabalhistas. Exigir que se cumpram e se ampliem os direitos trabalhistas e não liquidá-los. A maioria trabalhadora não tem direitos trabalhistas. A defesa das conquistas trabalhistas é parte da luta pelo emprego. Um Brasil mais submisso ao imperialismo, mais pobre com mais desemprego. Imperialismo exige que o Brasil cumpra suas diretrizes. Desnacionalização do país. Governo financia as multinacionais para a privatização. Ampliação da miséria. A desnacionalização das semicolônias é a saída imperialista para a crise mundial. A falência da burguesia nacional. A luta contra as medidas antinacionais e antipopulares. Acordo Marinho e Volks: maior traição à classe operária. O teatro armado com a ida à Alemanha. Marinho conspira às costas dos operários na Alemanha. Marinho trouxe na mala o acordo das demissões. A burocracia prepara os operários para aceitar o acordo. A isca da estabilidade por 5 anos. O cálculo traidor de Marinho. Traição ao conjunto da classe operária. O alívio dos patrões e hipocrisia da burocracia. Burocracia totalitária. O sindicalismo “moderno” da burocracia reformista. Construir uma direção revolucionária e a lei anti-greve do governo.
  29. A posição proletária diante da ofensiva ianque contra o Iraque. Defesa da autodeterminação e da revolução. Introdução. EUA estão prontos para a guerra contra o Iraque. Iraque acuado pelo imperialismo. Fora o imperialismo do Golfo! Imperialismo norte-americano ameaça de uma nova guerra. Governo norte-americano prepara ataque contra o Iraque. Fora o imperialismo do Golfo! Todo apoio ao Iraque contra a agressão imperialista! EUA: maior domínio mundial. Manifesto do POR em defesa do Iraque e contra a agressão imperialista. Iraque: continua em pé a campanha antiimperialista. Em defesa do Iraque e contra o imperialismo. Com o Iraque e contra o imperialismo genocida. Barbárie imperialista e EUA bombardeiam Iraque e fazem exercícios militares conjuntos com Israel.
  30. A quebra do Plano Real e a Necessidade da Luta Antiimperialista.  Introdução. A crise internacional e nacional. A crise política. O conflito dos governadores. Os sindicatos frente à crise capitalista. A independência do movimento operário. Responder à crise constituindo a frente única antiimperialista e Pontos para o programa da FUA.
  31. A revolução permanente em Marx, Engels, Lênin e Trotsky. Apresentação. Nota introdutória. Origem marxista da Teoria da Revolução Permanente. Não se deve confundir a teoria marxista da revolução permanente com outras doutrinas. A revolução permanente em Marx e Engles. O manifesto comunista (1848). A mensagem do Comitê Central à Liga dos Comunistas (março de 1850). As circunstâncias em que atuaram Marx e Engels. O exemplo da Áustria. Como atuou o proletariado. Os escritos de Marx e Engels após 1850. Resumo. A nova teoria da revolução. Aspectos fundamentais da nova teoria. A revolução permanente em Lênin e Trotsky. Um parágrafo de Lênin. Parvus e Trotsky. O pensamento de Trotsky. A experiência russa. A origem. Síntese da perspectiva apontada por Lênin e Trotsky. Acaso a revolução permanente ignora as tarefas democrático-burguesas? A realização das tarefas de uma classe por outra. Confusão terminológica. A revolução permanente nos documentos básicos da Terceira Internacional. Segundo congresso (1920) – Teses e contribuições sobre as questões nacional e colonial. Quarto congresso (1922). Teses gerais sobre a questão do oriente e a tática da “frente única antiimperialista”.
  32. A Situação Revolucionária na Bolívia sob o Governo Evo Morales – Textos do Jornal Massas do POR Boliviano – 2006. Caracterização do Governo Evo Morales: O M.A.S. Serve aos Exploradores e Não da um pão Sequer aos Explorados; O governo sem Rumo; O MAS e sua Falsa Nacionalização irão para o lixo; Por que o Governo do M.A.S. Está Condenado a Fracassar? Evo Morales na Trilha do Gonismo; Política assistencial; O que e o Governo do M.A.S. A Semi-Nacionalização dos Hidrocarbonetos: Na Bolívia Mandam as Multinacionais; A Fraudulenta “Nacionalização” Masista Desnudada; O Congelamento da Resolução Ministerial que Tomava o Controle das Refinarias Desnuda a Submissão do M.A.S. ao Governo do Brasil; O MAS Reforça a Condição da Bolívia como Exportador de Matérias-Primas; Novos Contratos e a Propriedade dos Hidrocarbonetos. A Questão da Nacionalização das Minas: Que o Sangue Derramado não seja em vão; Chegou a Hora de Consolidar a Mineração Estatal; A Partir de Oruro; O MAS Coloca Pobres Contra Pobres; Huanuni: Enfrentamento de Assalariados com Cooperativistas; Estatizar Todas as Minas da Bolívia; De que Nacionalização das Minas Fala? O Governo Respeitara os Investimentos de Capital Privados; A Nacionalização das Minas, Outra Mamata de Evo Morales; Huanuni Inviável? A Questão da Terra e as Nacionalidades Originarias: Estúpida Política Agrária; O Governo Compra Terras Para Distribuí-las aos Camponeses; O Conteúdo Burguês da Reforma Agrária na Bolívia: 1.- Problema Fundamental não Resolvido. 2.- Duas Perspectivas Diametralmente Opostas. 3.- O Eixo da Proposta Burguesa de 1953 se Reproduz na Lei de Reforma Agrária de 1996 e na Atual Lei de Recondução Comunitária da Reforma Agrária do MAS. A Crise Interburguesa na Constituinte: A Constituinte Atolada; Esta Disputa Pode Levar a Divisão do País? Governo e Oposição de Direita Fracassam no seu Objetivo de Controlar as Massas; Os Explorados Percorrem seu Próprio Caminho; De Oruro: A Assembleia Constituinte: uma Farsa que esta Acabando com a Paciência dos Explorados; “Guerra Civil” e “Golpe” na Bolívia pela Assembleia Constituinte. A Estratégia Revolucionaria: O Grande Dilema do Momento; Quando Seremos Livres? A Propriedade Social; Como o Instinto Comunista se Torna Consciência Política; A Debilidade do Movimento Fabril e o Pouco Desenvolvimento Industrial; A Revolução Proletária e Objetivos Centrais.
  33. Analise marxista das crises capitalistas. Textos de Marx e Engels sobre as crises capitalistas. Extrato do Manifesto Comunista. Extrato de teorias da mais valia. Tese 1: As crises são destruição de capital. Tese 2: Raízes da violência das crises; dissociação necessária entre compra e venda de mercadorias; inflação geral de preços e contaminação das crises a partir de setores dominantes na economia. Teses 3: Encadeamento das crises; produção e circulação. Tese 4: Raízes da superprodução no processo de produção de mercadorias. Tese 5: Superprodução num país. Extratos de do socialismo utópico ao socialismo científico.
  34. Apeoesp – Luta Sindical: A Experiência Frentista para Combater a Burocracia / Agosto 2005. Apresentação. Balanço das eleições Apeoesp. Que caminho tomara a Oposição Unificada? Balanço das eleições regionais. Lapa. Franco da Rocha. Itaquera. Penha. Norte. Sudeste-Centro. Por que uma chapa da oposição unificada. Convenção da Oposição Unificada. Sobre a proporcionalidade na composição da chapa. Reunião da Comissão. Sobre o critério de formação da chapa da Oposição Unificada. Por que decidimos pelo apoio crítico à chapa da Oposição Unificada. Razões da unificação das várias correntes de oposição. A plenária da Oposição Unificada em 16/04. A reunião da comissão. A plenária do dia 07 de maio. Oposição Unificada: questões táticas e programa para as eleições da Apeoesp.
  35. Autonomia e Reforma Universitária – Guillermo Lora. Panorama da reforma universitária. Que deve entender-se por reforma universitária. I. Retrocesso para segunda década do século XX. II. O que é a autonomia universitária. III. A experiência boliviana. Trajetória da reforma. Reforma universitária e luta de classe. A revolução universitária de 1970: documentos. Bases ideológicas da revolução universitária: por que e para que nos revelamos? I. A universidade e a sociedade. II. A universidade. III. A quem serve a autonomia? Carta orgânica da universidade revolucionária – 1970 e Decretos aprovados pelo comitê central revolucionário em 1970.
  36. Balanço Apeoesp do XVII congresso da Apeoesp. A diretoria consegue aprovar uma política burguesa para o sindicato.
  37. Balanço da greve de 91 dias do judiciário de São Paulo: A luta contra a política de arrocho Salarial e destruição de conquistas. A greve enfrentou a linha neoliberal dos governos estadual e federal. 1- O aprofundamento da política neoliberal pelo governo do PT/Lula. 2- As reformas antipopulares (previdenciária, sindical, trabalhista e universitária) atacam a fundo a classe operária e demais trabalhadores. 3- A unidade das lutas foi bloqueada pela burocracia sindical. 4- Antes da greve. 5- O que fizeram as associações. 6- A intransigência patronal. 7- A greve mostrou a falência da política das associações para o movimento. 8- Controle das associações na comissão de negociação. 9- Negociação de gabinete. 10- A formação de dois comandos de greve expressou a divisão da direção da categoria. 11- Sobre o acampamento. 12- O golpe de antecipação da assembleia para desmontar a greve. 13- A atuação do PSTU na greve. 14- Legalismo, ilusões parlamentares e distracionismo ganham mais força com o fim da greve. 15- Lições da greve. 16- Sobre a questão da construção de um sindicato único e de lutas dos judiciários. Posições defendidas pela Corrente Proletária no Judiciário na greve. Todos à assembleia na Praça João Mendes para exigir: 1- Reajuste salarial imediatamente. 2- Fim da compensação da greve e conversão das horas já compensadas em horas de credoras. 4- Melhores condições de trabalho. Só a greve por tempo indeterminado pode garantir o atendimento das reivindicações. Buscar a unidade com o funcionalismo em luta. Aprovar e organizar a greve para garantir o atendimento das reivindicações. 1- Reajuste salarial de 39,19%. 2- Fim compensação da greve de 2001 e conversão das horas credoras. 3- Pagamento dos atrasados – FAM, licenças-prêmios e férias. 4- Melhores condições de trabalho. O que é reforma sindical. Unificação dos Tribunais de Alçada: a quem interessa? 02 de junho é greve no judiciário. Reforma sindical. Desintegração capitalista agravará problemas no Brasil. 29 de junho a nossa resposta deve ser uma só: aprovar a greve por tempo indeterminado. Por que devemos aprovar a greve. Não aceitar migalhas. Manter a greve e fortalecer os piquetes. Comissão de negociação – ampliar a participação da base. Contraproposta do tribunal não difere da proposta do governo para o conjunto do funcionalismo. É preciso quebrar o divisionismo e colaboracionismo da burocracia sindical para enfrentar a política dos governos de arrocho salarial e retirada de direitos. Para vencer a intransigência do governo e do TJ devemos utilizar as passeatas e a radicalização. Sobre as negociações. Intensificar os piquetes. Tomar as ruas e avenidas. Ocupar prédios públicos chamar a unidade com o conjunto do funcionalismo. Construir um sindicato único com uma direção de luta no judiciário. Por um congresso estadual dos judiciários pela formação de um sindicato único por um programa sindical revolucionário. Algumas considerações sobre o sindicato. Manifesto ao comando estadual de greve dos judiciários de São Paulo. Radicalizar a greve para responder à intransigência e ao descaso do TJ e do governo. CONLUTAS x CUT. A reforma sindical do PT/Lula é meio para impor a destruição dos direitos trabalhistas. A reforma sindical é para impor a reforma trabalhista. Por que participar da Corrente Proletária. É necessário organizar um comando de luta. Manter a greve. Não aceitar o rebaixamento do índice de 39,19%. Não abrir mão de nenhum item da pauta de reivindicações. Avançar na luta com ações diretas e massivas. Medidas do TJ/governo para tentar acabar com a greve. Impor o atendimento das reivindicações com a manutenção e radicalização da greve. Para a vitória da greve, construir o fundo de greve unificado. Companheiros, não vamos permitir o desmonte de nossa greve. Combater os ataques da OAB contra a greve. Carta aberta à população. Defender a greve do judiciário. Por que apoiar a greve? Chega de repressão sobre os grevistas. A vitória dos judiciários é vitória de todos os trabalhadores e derrota da política de confisco salarial. Todo apoio à greve e abaixo a repressão do TJ e Alckmin!
  38. Balanço da greve dos professores de Fortaleza (43 dias de resistência e luta contra a destruição do ensino público). Introdução. I – Reforma educacional, falência do ensino e esmagamento salarial. II – Campanha salarial e eleições para o SINDIUTE. III – A greve e o embate com a prefeitura. IV – A importância do método grevista. V – Os zonais durante a greve. VI – A fragmentação da luta e o corporativismo enfraquecem a luta da categoria. VII – Posição das correntes frente à greve. VIII – É preciso construir uma fração revolucionária no seio dos professores. IX – Plataforma da Corrente Proletária na Educação/POR e o apêndice: artigos e panfletos distribuídos pelo POR durante a greve.
  39. Balanço da greve dos professores. Um enfrentamento ao plano neoliberal de Covas/FHC. 1. Tendência grevista e a política da burocracia sindical. 2. Os governadores aplicam os planos antinacionais e antipopulares. 3. O aumento da militarização do Estado. 4. A greve do magistério expôs a corrupção de Covas. 5. Burocracia sindical pretendia uma campanha salarial como parte da demagogia eleitoreira. 6. A unidade de cúpula da burocracia sofre a primeira baixa. 7. A unidade de palanque da burocracia sindical. 8. O corporativismo é oposto à unidade. 9. A repressão do governo e o apoio da burocracia escolar. 10. A unidade grevista é um problema político. 11. A política da CUT diante da greve. 12. A conduta do PT diante das punições e repressão. 13. O corporativismo ajudou na ação de desmonte da greve. 14. A população condena o reacionarismo do PSDB. 15. As propostas das direções foram rejeitadas nas assembléias radicalizadas. 16. As experiências com o acampamento. 17. A provocação do governador contra o acampamento. 18. O governo abre as negociações e não cede às reivindicações. 19. A suspensão da greve. 20. A política do PSTU para a greve. 21 Os métodos parlamentar/eleitoreiro, pacifista e os métodos radicais de massa. 22. Democracia e violência. 23. A campanha organizada da imprensa contra o movimento e 24. Algumas conclusões sobre a importância da greve.
  40. Balanço da Greve dos Professores/SP 2008. Balanço da Greve de 21 Dias do Magistério Paulista. Boletim de 13/06/08. Serra Demitirá os OFA´S e Ampliará a Repressão Sobre os Efetivos. É Preciso Reagir! Boletim de 16/06/08. Agora é Greve! Paralisar as Escolas e Tomar as Ruas. Boletim de 20/06/08. Greve Defende a Educação Pública. Boletim de 27/06/08. Avançar a Luta Para Vencer. Publicado no Massas 360. Professores de São Paulo se Levantam em Greve. Boletim de 04/07/08. A Greve Deve Continuar. Boletins Estudantis.
  41. Balanço do XXVI congresso da CNTE. O choque estratégico entre o reformismo e o marxismo no interior do sindicato. Introdução. O choque estratégico entre o reformismo e marxismo no interior do sindicato. 1 – A burocratização expressa a política burguesa nos sindicatos. 2 – O choque de duas posições: a do reformismo e a do POR. 3 – Crítica às posições centristas do PSTU. 4 – Dificuldades das correntes de esquerda assumirem a luta revolucionária contra a burguesia. 5 – Um pólo de resistência à burguesia. 6 – A tarefa do marxismo frente ao domínio burocrático-reformista. Manifesto ao XXVI congresso da CNTE. Posição da direção reformista é obstáculo para defesa do ensino público gratuito para todos. De onde vem a impotência diante da crise educativa. A adaptação ao neoliberalismo e os erros na educação e no sindicalismo. A defesa da educação depende da luta antiimperialista e o Plano de lutas.
  42. Balanço dos Congressos da CONLUTAS. Balanço do congresso da CONLUTAS; Ao 1º congresso da CONLUTAS; CONLUTAS – uma nova central? Manifesto ao Conat; Combater a burocracia sindical, sem romper com a CUT; Luta pela independência e democracia sindicais; Superar a crise de direção; Combater o eleitoral-sindicalismo; Tarefas do Conat; Base programática da frente classista e antiburocrática; Publicado no Massas 319. Congresso da CUT e da CONLUTAS; CECUT de São Paulo – uma caixa eleitoral do PT; Luta pela independência da CUT; Enfrentamento com a burocracia lulista, CONAT – a responsabilidade da divisão. Publicado no Massas 320. ENE e Conat demonstraram burocratismo e inconseqüência das cisões da UNE e da CUT.
  43. Bolívia: A Política Proletária de Combate à Reforma Educacional (Artigos do Jornal Massas do POR Boliviano). Apresentação. Governo Promete Regulamentar a Lei de Reforma Educacional do Banco Mundial; Começou o Programa de Alfabetização com Modelo Cubano; A Descolonização da Educação Proposta Pelo Ministro da Educação e uma Farsa; Marco Ideológico – Político da Nova Lei Educacional: Sustenta uma Concepção Subjetiva e Reacionária; Um “Acordo” de Comissões e Prazos – o Corpo de Delito de uma Mohstruosa Traição; A descentralização: Grave Desintegração da Educação Estatal Nacional; Reforma Educacional e Sociedade; Anteprojeto de Lei “Avelino Siñani e Elizardo Pérez” a Medida do MAS – Respeita a Existência da Educação Privada e Atenta Contra Conquistas Fundamentais e o Congresso Municipal de Trabalhadores de Educação Urbana de Cochabamba – Resumo das Propostas da URMA.
  44. Bolívia: O Levante das Massas em Cochabamba (Artigos do Jornal Massas do POR Boliviano). Apresentação. Bolívia – Avança a Crise Revolucionária; Lições da Jornada de Cochabamba. I. As Limitações do Movimento. II. Os Fatos. III. Produz-se um Salto na Consciência dos Combatentes. IV. Cabildo de 12 de Janeiro. V. Reações de Setores de Vanguarda. VI. Assimilação Crítica da Experiência. De Cochabamba: Posição Revolucionaria Surgida no Calor da Luta Para Acertar Contas com o Ditador Reacionário Manfred Reyes Villa e com a C1asse que Representa. Os Combatentes Devem Dotar-se de Direções no Fragor da Luta e Organizar-se Militarmente. Manifesto ao Movimento Operário Sobre o Problema Social Levantado em Cochabamba. E a Revolução Social? Em Cochabamba se Confirma! A direita se Deve Derrotar com as Armas! A Constituinte do MAS não Serve Para Nada! Pouco Antes dos Confrontos. Os Explorados em 2007 Têm a Missão Histórica de Salvar a Bolívia das Multinacionais; da Direita Reacionária e do Governo Farsante!!! Cochabamba: As Massas Mobilizadas Destituem as Direções Massistas e a Burocracia Sindical. Santa Cruz: E a Direção Revolucionária? Atuação do Proletariado. Quando Aparece a Consciência de Classe, a Política? FUL de Cochabamba: Chamamos os Explorados a Desenvolver uma Política Independente Frente à Direita e ao Governo Massista. Notícias dos Acontecimentos.
  45. Cadernos de formação política: imperialismo e internacional. Apresentação. Extratos de o imperialismo, fase superior do capitalismo e o extrato do livro Stalin, o grande organizador de derrotas – Leon Trotsky.
  46. Combater a ofensiva neoliberal por um programa operário: Construir a frente revolucionária antiimperialista – Tese para as plenárias da CUT.
  47. Conferências Regionais 2010: Apresentação, Tendências do Capitalismo em Crise. Resolução Nacional: Impactos da Crise Mundial no Brasil; Balanço Político do Governo Lula/PT; Resolução Política de Rondônia, Resolução Política Estadual do Ceará; Balanço Político do Rio Grande do Norte; A Crise da Educação no RN e o Balanço Político-Organizativo do POR/Bahia.
  48. Congresso do POR/Bolívia – 2000 (Resoluções Políticas). Anexos: artigos do Massas/Brasil sobre a luta revolucionária na Bolívia. Situação convulsiva na Bolívia. A chave da situação é o POR. Como conseguir que o POR se transforme direção das massas radicalizadas? As tarefas cumpridas pelo partido. Repassemos o conseguido até o momento. Até que nível chega o que alcançamos neste terreno? A Frente Revolucionária Antiimperialista. Qual a tática correta a se empregar? Os métodos de luta. Como penetrará o programa revolucionário nas massas. Sugestões sobre o trabalho cotidiano de penetração nos seios das massas. Ensinamentos da última convulsão social. A lição aprendida. Revolução e contra-revolução. Aonde vamos? As perspectivas: aprofunda-se a crise da classe dominante e de seu governo de plantão. Reivindicações que devem se impor como objetivo central. Bolívia: abaixo a repressão! Particularidades do ascenso das massas. Massas politizadas; e a direção? A repressão gorila. Greve do magistério: põe em evidência a incapacidade do regime burguês. Todo apoio à luta revolucionária na Bolívia. Pauta e negociação unificada. As reivindicações. Os métodos de luta. A repressão. O papel do POR. Bolívia: é atual a consigna de autodeterminação nacional. Contribuição do POR ao tema. Bolívia consigna revolucionária: livre cultivo, comercialização e industrialização da coca! (industrialização que inclui a fabricação de cocaína). O POR não arriou esta bandeira. Livre cultivo, comercialização e industrialização da folha de coca! O narcotráfico é uma criação do imperialismo e este deve enfrentá-lo dentro de seu país. Cobram-nos pela traição. Terra para os camponeses. Autodeterminação (estados soberanos) das nacionalidades indígenas.
  49. CONLUTAS e Conlute como organismo de Frente Única; contra a cisão das organizações de massa – Publicação do POR e textos de Leon Trotsky sobre a Frente Única e a unidade sindical. Apresentação. Construir uma frente de ação direta e de combate à burocracia sindical. Carta do Partido Operário Revolucionário (POR) ao CONLUTAS. Resposta à carta aberta do PSTU ao PSOL. CONLUTAS e a Frente Única. Encontro nacional da CONLUTAS. O ultra-esquerdismo. Pela Frente Única de Oposição; contra a divisão da UNE. Textos de Leon Trotsky sobre a Frente Única e a unidade sindical. As táticas da frente única. I – Considerações gerais sobre a frente única. Dirigentes reformistas na frente única. II – Setores do movimento operário francês. III – O movimento sindical e a frente única. IV – A luta política e a frente única. V – Perigo de um novo período “pacifista”. VI – Tarefas internas do partido comunista. VII – As tarefas do partido no movimento sindical e a questão da unidade sindical.
  50. Contra a guerra imperialista. Fora os EUA do Afeganistão! Apresentação. Contra a guerra imperialista. Fora os EUA do Afeganistão. Isolar para esmagar. Aliança do Norte: instrumento imperialismo. A Santa Aliança. A guerra não é contra os muçulmanos. A estratégia morte-americana para América Latina. A política antiimperialista do proletariado. As posições das correntes e partidos. O PT ao lado dos EUA condena o atentado. A nota da CUT à AFL-CIO: apoio ao imperialismo. Comissão de direitos humanos. Petista prefeito de Belém condena terroristas e imperialismo igualmente. Fórum Social Mundial condena atentado. PCdoB condena atentados e diz que “agravam situação mundial”. O Trabalho e os atentados. Para o PTS, o problema está no caráter reacionário atentado. PSTU condena EUA, mas não defendem a luta antiimperialista. Combater a guerra imperialista com a estratégia do proletariado. (Manifesto do POR, 17/09/2001). Combater a guerra do imperialismo norte-americano com o internacionalismo proletário. (Manifesto do POR, 23/09/2001). O imperialismo é a expressão da barbárie, da selvageria, multinacionais e manter em pé sua ordem (Manifesto do POR argentino). O imperialismo avançará sobre as liberdades públicas nos EEUU e também no restante do mundo em nome de combater o terrorismo. Já se verifica uma maior fascistização do regime. Obra de loucos, suicidas doentes, fanáticos religiosos? A luta antiimperialista internacional deve impedir os objetivos do imperialismo nessa cruzada. A guerra bélica já estava declarada. CIA: não acreditam em nada e Manifesto antiimperialista (Manifesto do POR chileno).
  51. Contribuição à história do Brasil. O desenvolvimento do trotskismo. Parte I (1919-1035). Prefácio. I – Uma análise inicial. As primeiras vozes contra a dominação capitalista. O PC anarquista. II – A formação do partido comunista do Brasil. Agrarismo e industrialismo. As cisões de 1928. A greve dos gráficos. III – Do grupo comunista Lênin à Liga Comunista. Aristides Lobo e a Liga Comunista. As posições programáticas. A Frente Única Antifascista. A revoada dos Galinhas Verdes e bibliografia.
  52. Contribuição à história do Brasil. O desenvolvimento do trotskismo. Parte II – 1935 – 1956. Prefácio. Uma reprise necessária. A formação do Partido Comunista do Brasil (PCB). A formação da Liga Comunista e da FUAf. A formação da ALN e o Putsch de 35. A repressão ao movimento de 35. Resistência dos trotskistas à repressão. A virada a direita do estalinismo e a bárbara repressão aos presos políticos. A campanha presidencial. A formação do POL e a instauração do Estado Novo. PCB dividido entre Armando Sales e Zé Américo. O Estado Novo. A luta entre as frações estalinistas. O nascimento do Partido Socialista Revolucionário. A reorganização após a instauração do Estado Novo. A coexistência pacífica. A formação das novas correntes reformistas. Do queremismo à renúncia. A atuação do Partido Socialista Revolucionário nas eleições. A Frente Proletária em Oposição à Frente Popular. Dutra rompe com a URSS. A volta de Vargas. A greve dos 300mil. O nascimento do Partido Operário Revolucionário Trotskista e a bibliografia.
  53. Crise do capital. Trabalho abstrato e revolução proletária. Uma crítica programática ao grupo Critica Radical. Apresentação. Capítulo I. Trabalho: 1- O trabalho e seu conceito para o Crítica Radical. 2- O trabalho como práxis humana, fundamento da história e pressuposto da sociabilidade. 3- O debate acerca da centralidade do trabalho na sociedade moderna. 4- É possível o fim do trabalho? Capítulo II. Crise do capital, dinheiro e mercado: 1- A crise do capital: superprodução e mercadoria ou fim do trabalho vivo como elemento central? 1-1- Uma rápida visualização do esgotamento histórico do capitalismo visto pelos inimigos do trabalho. 2- Superprodução de mercadorias como fator central da crise estrutural capitalista. 2-1- Circulação simples de mercadorias, moeda e as possibilidades de crise. 2-2- A essência da teoria marxista da crise: superprodução de mercadorias. 2-3- Fatores que incidem na tendência à superprodução. 2-4- As crises cíclicas. Capítulo III. Luta de classes, modernidade e marxismo: 1- A oposição entre capital e trabalho: duas fases da mesma moeda? 2- O Marx Exotérico x Marx Esotérico ou o Marx reformista x Marx revolucionário. 3- Fim da política? 4- Classe, partido, Estado e sindicato. 5- Emancipação humana e revolução proletária. Capítulo IV. A experiência dos estados operários do Leste Europeu e URSS. 1- Planejamento econômico e limite da lei do valor. 2- O domínio de classe e a transição para o socialismo. 3- O estatismo soviético era burguês? Apêndice: Quem é o grupo Crítica Radical e Notas.
  54. Crítica do POR às correntes. LBI: Uma trajetória de difamação e calúnia contra o POR. Apresentação. Em defesa da construção principista do partido e da moral revolucionária. Uma primeira tentativa de explicação das cisões. Um desafio a LBI. Um exemplo de oportunismo. LBI não polemiza com o POR, faz sim uma fraude. Pseudotrotskistas fazem encontro em Fortaleza. A tática marxista de frente única antiimperialista e o revisionismo da LBI. A LBI do Brasil e a estratégia partidária. Por maior que seja a divergência, jamais pisotear os princípios marxistas. As correntes sem-princípios não podem defendê-los. Comissão do PT é igual a toda e qualquer CPI. LBI joga sujo contra o POR. Uma posição reacionária diante da greve das PMs. A LBI ‘descobriu’ a herança espartaquista do PBCI argentino. A LBI não se autocrítica e volta à infâmia contra o POR. No congresso da CNTE: A LBI difamadora não apresenta provas e foge covardemente da reunião. LBI se defende com mais difamação. Os matreiros não aprendem com as polemicas. LBI: o método da difamação é estranho à política revolucionária. Argentina: o namoro de Gamboa com a LBI não vai bem. Mais cedo do que o esperado: LBI e grupo de Gamboa (Argentina) mostram-se os dentes. O dramalhão das “Jornadas Internacionais de Debates pela Reconstrução da Quarta Internacional”. Os reflexos do fracasso do oportunismo (LBI/POR-Gamboa). LBI – resposta obrigatória às camarilhas que se apropriam do alheio para se apresentarem como “revolucionários” ultra esquerdista; pagamos alguns centavos pelos riscos próprios de nosso ofício. Apêndices: Manoel Boni rompe com o POR. Agrava-se a crise nas PMs e contra a repressão, todo apoio à greve das PMs.
  55. Crítica programática ao PSTU. O programa da CS-PSTU é eleitoral e não revolucionário. O objetivo do programa. A estratégia do governo dos trabalhadores. O PSTU e PT diante da crise do regime político. PSTU: que partido é este? Carta de princípios da Frente Revolucionária de Esquerda. Uma resposta programática. A tática frentista e seu objetivo. A estratégia da carta de princípios. O internacionalismo. O posicionamento frente à crise da Rússia e Leste Europeu. A ética revolucionária. O partido e o programa. A paralisia da frente e a propostas à frente.
  56. De Leon Trotsky: Stalin, o Grande Organizador de Derrotas – A III Internacional Depois Lênin – Capítulo II “Crítica ao Programa da Internacional Comunista”. León Trotsky Stalin, o Grande Organizador de Derrotas A III Internacional Depois de Lênin. Capítulo II – “Crítica ao Programa da Internacional Comunista” – I. Programa da Revolução Internacional, o Programa do Socialismo em um só País? 1. Estrutura Geral do Programa. 2. Os Estados Unidos e Europa. 3. A Consigna dos Estados Unidos Soviéticos da Europa. 4. Internacionalismo. 5. A Tradição Teórica do Partido. 6. Onde Está, pois, o Desvio Socialdemocrata? 7. A Dependência da URSS da Economia Mundial. 8. A Contradição entre as Forças Produtivas e as Fronteiras Nacionais, Causa do Caráter Utópico e Reacionário da Teoria do Socialismo em um só País. 9. A Questão só pode ser Resolvida Pela Revolução Mundial. 10. A Teoria do Socialismo em um só País, Fonte de Erros Social-Patriotas Inevitáveis.
  57. Direito à autodeterminação do Irã: total liberdade de produzir energia nuclear e armas atômicas. A política proletária de defesa do Irã contra o intervencionismo imperialista. Apresentação. Estratégia nuclear do imperialismo. Irã: sob ameaça de intervenção imperialista. Obama parte para o ataque. Irã tem direito controlar a energia nuclear. Em defesa da soberania do Irã.
  58. Duas linhas para a educação: a reformista e a revolucionária. XXV congresso da CNTE: direção reformista se curva perante a política educacional do imperialismo. I – Uma trajetória de adaptação. II – Tese-única e a nova tese substitutiva apresentada pela articulação. III – As principais resoluções aprovadas. 1. Conjuntura internacional. 2. Conjuntura nacional. 3. Questões educacionais. 4. Balanço. 5. Planos de lutas. 6. Estatuto. 7. Eleições da nova direção. IV – A atuação da Corrente Proletária na Educação. V – O significado das resoluções aprovadas e o “sindicalismo de negociação”. VI – A máscara da cidadania. VII – “Acordo Brasil, está na hora da escola”: um passo concreto do Plano Decenal. Contrapor com: a defesa da escola única, pública, gratuita, autônoma, laica e voltada à produção social e VIII – Rechaçar o programa educacional que reforça a divisão entre o pensar e o fazer e intensifica a domesticação.
  59. Em defesa da revolução cubana. Defender as conquistas da revolução. Combater o imperialismo. Empunhar o programa da revolução política. Apresentação. As posições sobre os prisioneiros de Cuba. Movimento das “Damas de Branco”. Os perigos da posição da Lit-QI / PSTU sobre Cuba.
  60. Em defesa da revolução Russa. Apresentação. Em defesa da revolução Russa. Revolução proletária de outubro. O desenvolvimento da revolução de outubro. A ditadura do proletariado e a expropriação. O papel histórico do bolchevismo na revolução. A degeneração do Estado operário. Estalinismo e trotskismo. Lutar contra a restauração capitalista. A revolução traída. A ofensiva reacionária de Gorbachov. O que representou a tentativa de golpe na URSS? O imperialismo frente ao golpe. Quem deve julgar e varrer o PCUS? A desintegração da União Soviética. Perspectivas da proposta “democrática”. A crise continua e a saída será violenta. As nacionalidades depois do golpe. Gorbachov e Yeltsin se unem em torno das privatizações. Avanço restauração. O problema do Estado na Rússia. Avança a divisão da burocracia Russa. O proletariado e os camponeses pobres têm de tomar o poder. Golpe na Rússia: o objetivo é impor a ditadura capitalista. Rússia: o golpe “democrático” termina em sangue e as consequências da Perestroika.
  61. Ensino a distância – excrescência do capitalismo: Governo Lula impulsiona o ensino virtual; Ensino a distância – reflexos da mercantilização; em defesa do ensino público; A crise da educação é parte da crise social resultante da exploração e desemprego. Educação a distância; a velha e a nova escola: Ofensiva da educação a distância; Estruturação da educação a distância; o Lugar da educação distância nas instituições públicas; o lugar da educação a distância nas instituições privadas; A educação a distância nas confessionais; Legislação para a educação a distância; Caminho da destruição do ensino presencial; Os negócios da educação a distância; Um outro dado, apresentado no ABREAD; Notem, a tutoria pode vir a ser realizada por um software; Inclusão digital; Questão pedagógica e considerações finais.
  62. Estratégia e Tática do Partido Revolucionário Frente às Eleições. I. O Lugar das Eleições Presidenciais na Situação de Crise Capitalista. II. A Crise do regime Político. III. O Apoio do Imperialismo à Reeleição. IV. O Avanço da Crise Econômica e o Continuísmo Pró-Imperialista. V. A Tática da Frente-Ampla do PT. VI. A Completa Integração do PT na Ordem Capitalista. VII. A Linha Programática do PT. VIII. A Posição Eleitoral da Esquerda Centrista. IX. Intervir nas Eleições com a Política Revolucionária. X. As Tarefas Colocadas Pela Situação Econômica e Política. XI. Desenvolver as Tarefas da Situação Construindo o Partido Revolucionário. XII. Pontos do Programa Para a Constituição da Frente Única Antiimperialista.
  63. Explode a Crise Mundial do Capitalismo: Para Onde vai o Brasil? A Arma do Proletariado: O Programa de Transição da IV Internacional. Apresentação. Confirmado o prognóstico das conferências Partido Operário Revolucionário. Brasil na Crise Mundial. Tese do descolamento. Agravamento da crise mundial. Explosão da crise. A caminho da recessão. Para onde vai o Brasil e as teses conclusivas sobre a crise capitalista.
  64. Flexibilização do Trabalho. Capitalismo em Decomposição Destrói Fonte de Existência da classe Operária. Apresentação. Dois Textos do Encontro Operário 1 – Sobre o Acordo da Autovisão. 2 – Luta Pela Independência dos Sindicatos e Pela Democracia Operária. Boletins Nossa Classe: 1 – A Multinacional Alemã Volkswagen Ataca Fundo. Rechaçar integralmente o Pacotaço. É Preciso Alcançar a Unidade Proletária. 2 – Furar um Olhe ou Furar dois Olhos. 3 – A Casa Está Caindo, Não Vamos Esperar que desabe. 4 – Terceirização é desemprego e de Destruirão de Conquistas Trabalhistas. Como deveria ser Nossa Campanha Salarial. 5 – Contra as Demissões de 170 Companheiros Temporários. 6 – A1emanha Quer Pisar Mais Forte. Não Podemos Aceitar Esse Ataque Patronal. Fora a Terceirização, fora a redução salarial. Organizar a Resistência. 7·- Férias Coletivas: Não Adianta ter Medo. É Preciso Lutar. Volks Divide os Trabalhadores em Duas Categorias. Começam os Movimentos Contra as Horas-Extras. 8 – Não ao Abono: Reposição Imediata dos 12%. É Possível Arrancar a Reposição, mas com Luta. 9 – A Luta Pela Carteira Assinada Deve ser Parte da Luta Pelo Emprego. A Direção do Nosso Sindicato Fará uma Campanha Seria? Qual tem Sido a Posição da Direção do Sindicato Frente às Demissões. Estamos por uma Verdadeira Campanha por Emprego, Salário e Carteira Assinada. 10 – Balanço da Campanha Salarial. A Direção Sindical não Trabalhou Para Conquistamos os 20% de Reajuste. Trabalhadores radicalizados. A Radicalização dos Operários da Volks fez o Movimento Avançar. Medo de Perder o Controle fez Direção Dividir o Movimento. A Justiça é Burguesa (Patronal). Nossa Classe Lutou Pela Unidade dos Metalúrgicos. A Necessidade da Unificação dos Operários não Terminou! 11 – O que a Volks Está Querendo. Mas o que ele fará o novo presidente? II – Posição Frente ao Congresso Metalúrgico. Combater a Reforma Sindical Estatizante e Burocrática. 4º Congresso Metalúrgico Para Combater o Desemprego, a Destruição de Direitos Trabalhistas, o Rebaixamento Salarial e as Reformas Neoliberais do Governo PT/Lula. Companheiros Apresentam Abaixo os Pontos que Consideramos os mais Importantes: 1. Combater o Desemprego e as Perdas Salariais. 2. Defender os Direitos Trabalhistas e Ampliá-los. 3. Rejeitar as Reformas Neoliberais. 4. A Aliança Operária e Camponesa. 5. Sindicato Frente o Governo PT/Lula. 6. Rejeitar a Política Governamental da Direção do Sindicato Defender a Política Operária de Luta de C1asse. Defendemos:
  65. FUNDEB e a crise da no Brasil semicolonial. Apresentação. I – A escola e a reformas neoliberais: a crise da educação reflete a crise mundial do capitalismo. II – A implantação do FUNDEB não resolve a crise da educação. III – A posição do reformismo diante da crise da educação e IV – A posição revolucionária da educação.
  66. História da ditadura do proletariado. Vladimir Lênin.
  67. História da IV Internacional. Índice. Apresentação. A quarta internacional: a) A oposição de 1923. b) A oposição unificada de 1926. c) A oposição de esquerda internacional. d) A quarta internacional e e) O trotskismo na Bolívia.
  68. IV conferência nacional do POR. Resoluções política internacional e nacional.
  69. Leon Sedov: filho, amigo, lutador.
  70. Leon Trotsky: Stalin, o Grande Organizador de Derrotas – A III Internacional Depois Lênin – Capítulo II A Segunda Parte: Estratégia e a Tática na Época Imperialista. II. A Estratégia e a Tática na Época Imperialista. 1. Inconsistência Completa do Capítulo Principal do Projeto. 2. As Particularidades Essenciais da Estratégia na Época Revolucionária e a Função do Partido. 3. O Terceiro Congresso e a Questão da Permanência do Processo Revolucionário Segundo Lênin e Segundo Bukarin. 4. Os acontecimentos de 1923 na Alemanha e as 1ições de Outubro. 5 O Erro Estratégico Radical do Quinto Congresso. 6. A “Era Democrático-Pacifista” e o Fascismo. Política Ultra-Esquerdista com Germes de Direita. 8. Período de Orientação Para o Centro-Direita. 9. As Manobras e a Estratégia Revolucionária. 10. A Estratégia da Guerra Civil. 11. Os problemas do Regime Interno do Partido. 12. Causas da Derrota da Oposição e Perspectivas.
  71. Lições da luta revolucionária na Bolívia/2003. Artigos das seções do Comitê de Enlace pela construção da Internacional. Apresentação. Pontos sobre a luta revolucionária na Bolívia. Luta de massas confirma teses do POR boliviano. A política e prognóstico do POR para a atual situação. Todo apoio à luta revolucionária na Bolívia! Abaixo o governo genocida e entreguista de Sanchez de Lozada! A questão do gás. A marcha dos operários mineiros. As lutas de professores e estudantes. O levante popular. O desenlace da situação. Luta revolucionária na Bolívia depõe presidente. O país atrasado dá uma lição de luta. As tendências da situação. O governo imperialista de Goni Sanchez de Lozada e todo o regime político burguês se afundou na decomposição. A rebelião de massas expulsou o governo. As massas bolivianas voltarão ao embate contra o regime burguês. Anexos: artigos do jornal massas boliviano nº. 1871 (19/09/2003). O fortalecimento do POR é a garantia para assegurar a vitória da luta revolucionária. O internacionalismo proletário potencia nossa luta contra o imperialismo selvagem e inimigo do homem. Tarefa da militância: assinalar a linha política que conduzirá as massas até a tomada do poder político. Os comentários dos camponeses do Altiplano. Internacionais: uma tarefa para os oprimidos de todo o mundo: estruturar partidos operários com um programa marxista-leninista-trotskista. Anexos: artigos do jornal masas boliviano nº. 1872, de 26/09/2003. Capa do Massas 1872, de 26/09/2003. G. Lora responde a “El Alteno”. O proletariado escreve a história. O que deve ser a UPEA (Universidade Popular de El Alto). Algumas resoluções que URMA (corrente revolucionária nos professores) fez aprovar no congresso do magistério. Anexo: artigos do masas boliviano de outubro de 2003. POR boliviano no seio da insurreição dos explorados. Massas de 3 de outubro de 2003. A burocracia sindical, corrupta ao extremo e imbecil, ameaça empurrar as massas para o precipício. Posicionamento da Federação dos Professores diante do levante. Capa do jornal massas de 3 de outubro. Posicionamento estudantil da corrente FUL – UMSS. Capa do masas de 10 de outubro. Cabildo de 2 de outubro. Governo burguês em plena desintegração. O Partido Operário Boliviano denúncia de substituição de um governo pró-imperialista por outro. O POR se apóia na tese histórica de inviabilidade da democracia burguesa na Bolívia atrasada semicolonial. O trotskismo boliviano defende e trabalha para que os cabildos abertos implantem a democracia operária e constituam órgãos de poder das massas. O POR demonstra a existência de duas políticas conflitantes no seio do levante popular. O POR analisa e rechaça a bandeira burguesa de refundação do país. Denúncias da manobra de substituição de um governo burguês por outro e a capitulação das direções camponesas corrompidas na política burguesa. O POR sintetiza as principais lições do levante popular. Durante o combate, o POR boliviano levantou constantemente a bandeira de construção do partido mundial da revolução socialista, a IV internacional. Anexo: artigos do massas nº. 1877, de 31/10/2003. A capa do massas 1877 denúncia a traição à luta popular e anuncia novos combates. Anxos: artigos do massas nº. 1877, de 31/10/2003. O POR denúncia a impossibilidade de resolução dos problemas do país pelo governo burguês de Mesa e a traição das direções que lhe deram aval e estão dispostas a integrarem o governo capitalista. Será que Mesa é garantia para as grandes maiorias? O gás, os recursos naturais, devem passar à ditadura do proletariado. Anexo: artigos do massas boliviano de balanço do levante (novembro de 2003). As massas bolivianas amadurecem mais e mais até a revolução proletária. As massas camponesas, valorosas e sacrificadas, foram novamente enganadas, traídas, por seus dirigentes burocratizados e sedentos de se converterem agora em milionários. A ditadura proletária (governo operário-camponês) é a garantia da libertação das nações nativas subjugadas. O sonho de que a constituinte convocada pelo governo burguês dê a luz a uma sociedade nova, pode se converter em realidade só se as massas consumarem a revolução social. Para onde se encaminham as nacionalidades nativas subjugadas? Sua libertação se dará com autodeterminação nacional e a recuperação da terra. Há que desmascara demagogia cínica da constituinte. Querem preencher a ausência da democracia pelo defensor do povo. As tarefas nacionais, a questão do armamento e a independência de classe.
  72. Marx e Engels. O materialismo histórico e as superestruturas ideológicas. Apresentação. O materialismo histórico e as superestruturas ideológicas. 1) A filosofia conquistada a serviço do homem. 2) A filosofia não é exterior ao mundo. 3) É preciso dar aos homens a consciência de si próprios. 4) A teoria transforma-se em força material quando penetra nas massas. 5) Impotência do pensamento puro. 6) Limite das idéias. 7) Não é a consciência que determina a vida, mas a vida é que determina a consciência. 8) A evolução da consciência. 9) As idéias dominantes são as da classe dominante. 10) As concepções ideológicas mudam conforme as condições sociais. 11) O materialismo histórico. 12) Resposta a um detrator do materialismo histórico. 13) Não existem verdades eternas. 14) A moral foi sempre urna moral de classe. 15) Base econômica e superestruturas ideológicas. 16) Entre a infra-estrutura econômica e as superestruturas ideológicas há ação e reação recíprocas. 17) As relações econômicas, a raça e o indivíduo e 18) As tarefas da crítica marxista.
  73. Movimento estudantil de Fortaleza: balanço da jornada de luta pelo passe livre e contra a portaria 13 – C. Apresentação. I – Educação. 1- O imperialismo e a crise da educação. 2- A juventude sem emprego e sem escola. 3- O que é o passe livre? II – Crise do transporte. 1 – A crise do transporte coletivo em Fortaleza. 1.1- Crise no transporte. 1.2- Superlotação. 1.3- Lucro. 1.4- Cartel. 2- ETTUSA. 3- A ofensiva da prefeitura/ETTUSA sobre o processo de confecção das carteiras. 4- A nova ofensiva da ETTUSA/Sindiônibus: Portaria 13 – C e o Passe Card. 5- Topiqueiros. 6- Só há uma saída para a crise dos transportes: estatização sem indenização sob controle operário. III – As lutas estudantis. 1- Como surgiu o fórum estudantil. 2- O fórum de 2004. 3- A Câmara. 5- Prefeitura. 6- O papel do Estado e balanço do fórum. 7- Assembleia Legislativa. 8- O acampamento e o declínio do movimento. 9- A posição das correntes e 10- Plataforma da Corrente Proletária Estudantil.
  74. Movimento Pula – Catraca – Explosividade e Combatividade da Juventude.
  75. Nossa classe – Em defesa da classe operária: acordo Volks? Marinho: maior traição à classe operária. Acordo Marinho e Volks. Maior traição à classe operária. O teatro armado com a ida à Alemanha. Marinho conspira às costas dos operários na Alemanha. Marinho trouxe na mala o acordo das demissões. A burocracia prepara os operários para aceitar o acordo. A isca da estabilidade por 5 anos. O cálculo traidor de Marinho. Traição ao conjunto da classe operária. O alívio dos patrões e hipocrisia da burocracia. Burocracia totalitária. O sindicalismo “moderno” da burocracia reformista. Construir uma direção revolucionária. Não aceitamos reduzir e aumentar as metas. A relação PLR e metas só favorece a lucratividade. A Volkswagen está preparando pior para nós. O PQ 24 mostra o objetivo da exploração. A terceirização reduz salário e golpeia o movimento operário. Como responder ao argumento patronal da crise. Por uma verdadeira campanha salarial unificada. Semana de 4 dias: não garante o emprego. O patrão chama os operários para convencer que não há outra saída. Semana de 4 dias não garante emprego e nem o fim da terceirização. Diretoria do sindicato ficará calada. É necessário combater o desemprego. A classe operária tem meios para combater o terror do desemprego. Controle operário da produção e escala móvel das horas de trabalho. Nosso problema é ter uma política operária. Férias coletivas é o passo para as demissões. Greve pipoca não tira o patrão da toca. Temos como lutar contra as demissões e o arrocho salarial. Combater o violento pacote das demissões. Semana de 4 dias é desemprego e redução salarial. Os operários necessitam de uma política proletária. Na Volks: demissões, semana de 4 dias e corte de 20% nos salários. A conduta da burocracia sindical. Uma campanha salarial pipoca divisionista. Nossa resposta ao problema. Volkswagen: a multinacional alemã ataca fundo. Rechaçar integralmente o pacotaço. É necessário alcançar a unidade proletária. Destruição de mais direitos trabalhistas. Flexibilização de direitos trabalhistas é mais fome e miséria para os trabalhadores. A burocracia sindical diante da flexibilização do trabalho. A burocracia cutista já negocia a destruição de direitos trabalhistas. A desagregação do capitalismo impõe a eliminação de conquistas históricas da classe operária. A luta pelos direitos trabalhistas depende da ação direta. Mais uma vez os patrões da Volks usam o facão. Nossa resposta: luta contra as demissões e contra a redução salarial. O PQ 24 mostra o objetivo da exploração. A terceirização reduz salários e golpeia o movimento operário. Como responder ao argumento patronal da crise. Por uma verdadeira campanha salarial unificada. Contra a diferenciação salarial que favorece a exploração. Campanha salarial unificada. A crise no Japão é descarregada sobre a classe operária. No Brasil, a crise também será violenta. Porque defender a escala móvel das horas de trabalho. Os operários não devem apoiar a guerra imperialista. Rejeitar o acordo entre Volks e Marinho. Os acordos entre a direção do sindicato e a empresa têm trazido demissões. A história se repete. Demissões dos “baixo-performance”. Querem se passar de bonzinhos. Licença remunerada é desemprego. As demissões não são só na Volks: convocar assembléia geral de todos os metalúrgicos. Reestruturação produtiva só serviu para destruir postos de trabalho. Na assembléia: votar contra o acordo Volks e Marinho e defendemos.
  76. O caráter do governo PT e os primeiros passos do governo Lula. Apresentação. Como o POR se posiciona diante do governo Lula. Ajudar os explorados a superar as ilusões petistas. Por meio da luta de classes, as massas farão experiência com o governo do pacto social. Como se posicionar diante do governo PT/Lula e seu pacto social. “Pactuar consenso”. A CUT diante do pacto. Um pacto antecipado. O conteúdo social do pacto de Lula. Combater o pacto com a luta de classes. Reforma petista da previdência: proteção do capital e sacrifício do trabalho. Argumento petista em defesa do critério capitalista da previdência. A verdade sobre a quebra da previdência. O que fará o PT para completar a reforma de FHC. Combater a reforma com a resposta operária e popular. Fome zero? Mercosul: os primeiros sinais da política do governo petista. Primeiros passos do governo Lula/PT. Reforma privatista da previdência. Reforma trabalhista de flexibilização. Caravana da pobreza. Formação do conselho de desenvolvimento social. Desenvolvimento regional. Lei de responsabilidade fiscal. Diante da crise na Venezuela. Fortalecer Duhalde? Na posse, Lula faz credo de seu programa de governo. Combater a reforma antitrabalhadora do governo petista. O acordo pré-eleitoral com os banqueiros internacionais. O PT continuará a reforma previdenciária de FHC. Militares e juizes exigem do governo manter seus privilégios. O jogo da CUT. Genoíno defensor dos privilégios da cúpula militar. A classe operária e demais oprimidos devem rejeitar a reforma petista. O ministério de Lula indica a orientação para o grande capital. Governo Lula e MST. Chamado do POR: defender a independência política e organizativa da CUT, sindicatos e MST. Os primeiros passos do governo Lula (II). No fórum econômico mundial. Aumento do superávit primário. CPMF e imposto de renda. Lançamento do programa fome zero. A volta de Sarney. Amigos pela Venezuela. Posição sobre a guerra dos EUA. Acabar com a fome? Esse é o objetivo do programa fome zero? Lutar contra a fome. A reforma da previdência do PT é continuidade da reforma de FHC/FMI. A criminosa reforma petista da previdência. Defender um sistema único, público e sob o controle de um organismo constituído por quem produz. Miséria mantida. Governo PT/Lula e o salário mínimo. Os parlamentares do PT mostram-se corrompidos. Os trabalhadores devem rechaçar o salário mínimo de fome. Defender o salário mínimo real por meio da ação direta. Primeiros passos do governo PT/Lula (III). Contenção orçamentária. FMI está no Brasil para inspecionar as contas públicas. Conselho de capitalistas. PT, CUT e governo. CUT, MST, CONTAG, CNTE, UNE e demais entidades sindicais devem denunciar o conselho e não aceitar a participação. A crise interna do PT governo e os 60 dias do governo PT/Lula.
  77. O Partido e sua Organização. Como Funciona a Célula – Guillermo Lora. 1) Capitação do Simpatizantes; 2) Célula de Militantes; 3) A Organização da célula; 4) Trabalho Cotidiano da Célula; 5) Trabalho com o jornal; 6) Crítica e Autocrítica; 7) A Capacitação; 8) A Célula de Fábrica e 9) A Educação do Militante.
  78. O que é o PDE? Introdução. PDE: Parte do Plano Decenal. O que é o PDE? A política reformista frente ao PDE. Organizar a luta para por abaixo o plano e defender a escola vinculada à produção social.
  79. O que é o POR. 1) A construção do partido operário revolucionário no Brasil. 2) Construir o POR é construir o programa. 3) O caráter da revolução no Brasil. 4) O fracasso do nacionalismo e estalinismo no Brasil. 5) O governo operário e camponês. 6). Rechaçar a estratégia democratizante. 7) O método da ação direta. 8) Democracia operária. 9) O POR – partido marxista-leninista. 10) O internacionalismo proletário. 11). Construir o comitê de Enlace na perspectiva da IV internacional e 12) Milite no POR.
  80. O reformismo do PT e a falência das esquerdas. Apresentação à Segunda Edição. Apresentação da 1ª Edição. I – Sob a Estratégia do reformismo; II – O PT e o Leste. A Capitulação Democrática Frente ao Imperialismo. III – O PT e o Socialismo. O Socialismo Reformista e o Socialismo Marxista. IV – O PT e a Estrutura Semicolonial do Brasil. O Reformismo e o Caráter da Revolução no Brasil. V – O PT, a Crise da Econômica e o Plano Collor. O PT não é Capaz de Enfrentar a política Econômica de Collor. VI – O PT e a Concepção de Partido. Partido de Massas e Partido de Quadros. VII – O PT e as Correntes de Esquerda. A Falência Estratégica das Esquerdas Petistas. VIII – Superar a Crise de Direção. Romper com o PT Para Construir o Partido Revolucionário. Resolução Sobre a Situação Nacional (junho de 2004).
  81. Para defender a educação e colocar o movimento dos professores na luta contra o estado burguês e a opressão imperialista, construir uma Corrente Proletária na Educação. Brasil: País atrasado e semicolonial. O esgotamento histórico do capitalismo e a educação. A escola única, pública, gratuita e autônoma. A luta consequente pela escola única, pública e autônoma. A luta contra a municipalização do ensino e a defesa da autonomia integral da educação. A superação da grave situação da educação passa pela solução do problema salarial dos professores e das classes oprimidas. Por um sindicato único revolucionário dos trabalhadores em educação e a formação de uma corrente proletária no interior da APEOESP.
  82. Pensamento de Trotsky nº1. Problema do desenvolvimento da Rússia. (Projeto de teses da oposição de esquerda internacional sobre a questão Russa). Apresentação. Problema do desenvolvimento da URSS. Projeto de tese da oposição de esquerda internacional sobre a questão Russa. 4 de abril de 1931. 1. As contradições econômicas no período de transição. O caráter de classe na União Soviética. A importância histórica mundial do acelerado ritmo de desenvolvimento econômico. As contradições básicas do período de transição. A industrialização. A coletivização. A URSS e a economia mundial. A crise mundial e a “colaboração” econômica entre os países capitalistas. 2. O partido no regime da ditadura. A relação dialética entre a economia e a política. O partido como arma e como medida do êxito. Substituição do projeto pelo aparato. Dissolução do período na classe? A justificação brandlelista do burocratismo plebiscitário. Por que a burocracia centrista triunfou? A orientação ziguezagueante. A política de zigue zags é incompatível coma independência do partido proletário. O regime plebiscitário no partido. 3. Perigos e possibilidades de uma insurreição contra-revolucionária. As relações de força entre as tendências socialistas e as capitalistas. Elementos de poder dual. A degeneração do partido e o perigo da guerra civil. Os dois lados da guerra civil. 4. A oposição de esquerda e a URSS. Contra o socialismo nacional pela revolução permanente. Elementos de poder dual no regime da ditadura proletária. A reforma: linha da oposição de esquerda na URSS. A oposição de esquerda e os brandleristas. O princípio da oposição de esquerda: dizer as coisas como são. O nível de vida dos trabalhadores e a função que cumprem no Estado são os principais critérios para sustentar os êxitos do socialismo e 5. Conclusões.
  83. Perspectivas da Luta Revolucionária na Bolívia. Resoluções do Congresso do POR Boliviano – 2006. Apresentação. I. A Liderança Operária Tornara Revolucionária a Luta Camponesa. II. Consequências da Pequena Propriedade. III. O que e o MAS. IV. Os Objetivos do Campesinato. V. A Essência da Política Atual do MAS. VI. O Rosto Atual do MAS. VII. Revolução Social e Ditadura do Proletariado (Governo Operário-Camponês) Para Emancipar as Maiorias Nacionais e o País Recuperar sua Soberania Anulada Pelo Imperialismo Opressor. VIII. Urgência de Fortalecer o Partido Operário Revolucionário e não esquecer o Gigantesco Trabalho que Realizou. Acertos e Erros do POR. Significado do Partido Operário Revolucionário na História Boliviana. Tardio Ingresso do Trotskismo na Bolívia. Como Compreender Devidamente o Marxismo? Seu Conteúdo. Que Nível tem Alcançado a Luta Revolucionaria na Bolívia? Somente o Proletariado Encarna a Revolução Social e é a Direção da Nação Oprimida Pelo Imperialismo e que Busca Libertar-se. O Sindicalismo Camponês. Que buscam os Burocratas Corrompidos das Organizações Camponesas e Seus Iguais do Sindicalismo Operário? Retomar a Política da Revolução e Ditadura Proletárias. Como Retomar a Linha Revolucionaria Para Chegar a Tomada do Poder Político? Documentos da Assembleia Popular e do F. R.A. (Frente Revolucionaria Anti-imperialista). PRO LOGO par G. Lora. Bases Para a Constituição da Assembleia Popular. Órgão de Poder das Massas Populares. Assembleia Popular e Parlamento. Rumo a Estatização dos Meios de Produção, Rumo ao Governo Operário e Camponês. Manifesto da FRA! Varramos a Ditadura Fascista e Forjemos o Governo do Povo!
  84. Plano decenal: mais um compromisso com os organismos do imperialismo. I – O drástico retrato da educação pública. II – A nova reforma do ensino: Plano decenal. III – A posição da CUT e sindicatos de trabalhadores em educação diante do plano decenal. IV – A posição da Corrente Proletária na Educação e V – Construir a Corrente Proletária na Educação.
  85. Política proletária nas eleições: análise da disputa inter-burguesa entre Lula e Alckmin, crítica à frente de esquerda. Defesa do voto nulo programático. Apresentação. Resolução eleitoral do POR. Manifesto de 2006 do POR (RN). Eleições de 2006: voto nulo programático para manter a independência de classe. Manifesto pelo voto nulo do POR (Paraná): para defender a vida das massas, vote nulo! Pelo acesso a escola pública e gratuita para todos, vote nulo! Os vários votos nulos. Combater as pressões sobre as massas para arrastá-los para as eleições. As variantes eleitorais. A defesa das reivindicações das massas. Diante da disputa eleitoral inter-burguesa, a política proletária luta pela independência de classe. Dinâmica da crise inter-burguesa. A gestação das candidaturas dos partidos burgueses. A disputa inter-burguesa e a legislação eleitoral. O fracasso da proposta da frente de esquerda do PSTU. As direções burocratas reforçam o controle da burguesia sobre as massas nas eleições. O movimento estudantil à reboque do governo. As tendências de aprofundamento da crise agirão sobre o futuro governo. A política proletária diante das eleições. O programa da frente de esquerda é uma reedição do reformismo petista. Uma “alternativa não subserviente à globalização”? O programa da frente de esquerda expresso por Heloisa Helena. Conclusão: não é uma candidatura de independência de classe. Frente aos problemas, Heloisa Helena expõe seu programa pequeno-burguês. Diante dos ataques do PCC. Que a diferença há entre as propostas apresentadas pelo PT e as do PSOL? A posição de Heloisa Helena sobre a burguesia. Heloisa Helena atrai um setor da Igreja com suas devoções. O PSTU foi arrastado pelo PSOL. Citar Lênin contra Lênin. O que disse o PSTU em seu jornal. No que o PSTU e sua frente contrariam Lênin. O que disse Lênin e o PSTU escondeu. PSTU: onde fica a posição programática? Apêndice: a política proletária de frente contra o frentismo eleitoreiro. Responda à Carta aberta do PSTU ao PSOL. Que frente quer o PSTU com PSOL e PCB? Candidatura de Heloisa Helena. Por uma real discussão democrática. PSTU se arrasta por detrás do PSOL. “Frente ameaçada” PSOL descarta PSTU. A frente de esquerda do PSTU é eleitoreira. Como se coloca a frente nas eleições. Decidir em uma plenária nacional. PSOL rumo uma plenária às eleições. O que pretende o PSOL? As condições do PSTU ao PSOL. Que frente?
  86. POR – Partido Operário Revolucionário: 20 Anos Construindo o Programa: Apresentação – 20 anos construindo o programa. O que é o POR. 1) A Construção do Partido Revolucionário no Brasil. 2) Construir o POR é Construir o Programa. 3) O Caráter da Revolução no Brasil. 4) O Fracasso do Nacionailismo e Estalinismo no Brasil. 5) O Governo Operário e Camponês. 6) Estratégia Histórica da Ditadura do Proletariado. 7) O Método da Ação Direta. 8) O POR – Partido Marxista-Leninista-Trotskista. 10) O Internacionalismo Proletário. 11) Construir o Comitê de Enlace na Perspectiva da IV Internacional e 12) Milite no POR. 1º Congresso: Resoluções Político-Programáticas: I. A Crise é Mundial. II. O Caráter Estrutural da Crise no Brasil. III. A Estratégia Revolucionária para a Crise. IV. A Crise de Regime. V. O Eixo Revolucionário da Situação. VI A Estratégia Política Burguesa. VII. A Estratégia Democratizante do PT. VIII. O Movimento Sindical. IX. Superar a Crise de Direção e X. Desenvolver as consignas. 2º Congresso. Resoluções Político Programáticas: Apresentação I – Avança a Crise Mundial. II – Manifestação da Crise no Brasil. III – A Linha Pró-Imperialista de Collor. IV – A Crise Política em Marcha. V – A Estratégia do Entendimento Nacional. VI – A Política de Freio do Reformismo. VII – A Política Revolucionaria do Proletariado. VIII – Resposta Programática a Crise e a Miséria das Massas e IX – A Estratégica Tarefa de Construir o POR. 3º Congresso. Apresentação: I – A Crise do Imperialismo e o Internacionalismo Proletário. II – Brasil: País Capitalista Semicolonial. III – As Classes Sociais e o Proletariado Revolucionário. IV – O Fracasso Histórico do Nacional-Reformismo. V – A Estratégia da Revolução e Ditadura Proletárias. VI – Método e Tática da Revolução Proletária. VII – Aliança Operário-Camponesa e a Frente Única Antiimperialista. VIII – Construir o Partido Operário Revolucionário. IX – Reconstruir a IV Internacional – Brasil Parte da Revolução Mundial e X – Brasil Parte da Revolução Latino-Americana. 4º Congresso. Plataforma Programática do POR. Introdução: 1. O Programa de Transição da IV Internacional. 2. Etapa de Ofensiva Imperialista e Barbárie Social. 3. Brasil: País Semicolonial. 4. A Independência Nacional. 5. Revolução Agrária. 6. A Unidade Nacional. 7. Desconhecimento da Dívida Externa e Defesa do Estatismo. 8. Expropriação dos Monopólios Industriais e Financeiros. 9. A Estratégia da Ditadura do Proletariado. 10. O Governo Operário e Camponês. 11. Controle Operário da Produção. 12. Defesa da Vida das Massas. 13. Sindicato, Independência Política e Democracia Proletária. 14. Piquetes de Greve, Comitês de Autodefesa, Milícia Operária e Armamento do Proletariado. 15. Internacionalismo Proletário. 16. Reconstruir a IV Internacional. 17. Construindo o Partido Revolucionário Internacionalista. 17. Defesa da Autodeterminação dos Povos e 18. Estados Unidos Socialistas da América Latina. Resoluções Políticas. Introdução. 1. A Crise Estrutural Brasileira. 2. A Estratégia Neoliberal. 3. A Resposta do Reformismo a Crise. 4. A Crise do Estado. 5. Burocratização e Estatização dos Sindicatos. 6. A Estratégia do Reformismo para um Novo Período e 7. Tarefas e Tática. 5º Congresso: Apresentação. A Crise Mundial do Capitalista. Resoluções Políticas. 1. Tendências Desagregadoras do capitalismo Mundial. 2. A Ideologia Pró-Imperialista da Globalização Neoliberal. 3. Burguesia Nacional Submete o Brasil aos Ditames do Imperialismo. 4. Mercosul e Alca: um Beco sem Saída para as Economias Atrasadas e Semicoloniais. 5. A Função Atual da Democracia Burguesa. 6. A Corrupção Orgânica no Estado Burguês. 7. O Plano Entreguista do Governo. 8. A via da Maior Desintegração do País. 9. Os Reflexos Sociais do Plano Real. 10. A Adaptação do Reformismo às Pressões Pró-Imperialistas. 11. A Importância Estratégica do Movimento Camponês e 12. A Tarefa é Superar a Crise de Direção. Teses Sindicais: Introdução. Teses Sindicais do Partido Operário Revolucionário. 6º Congresso: Resoluções Sobre a Situação Internacional. Resolução Sobre a Situação Nacional. Teses para Educação. Apresentação. I. Capitalismo Decadente Desintegra a Educação. II. Reforma Pró-imperialista Destrói a Escola Pública. III. A Impotência da Variante Reformista Diante da Reforma Neoliberal da Educação. IV. A Defesa da Escola Vinculada a Produção Social e V. Plataforma de Defesa da Escola Vinculada a Produção Social. 7º Congresso: Introdução. Situação Internacional. O Avanço da Desintegração Capitalista. Resolução Internacional. Situação Nacional. Resolução Sobre o Governo do PT. Programa do POR. Apresentação. 8º Congresso: Situação Internacional; Ofensiva Militar Imperialista Sobre as Semicoloniais; O Intervencionismo Econômico; Bolívia, Colômbia e Venezuela: sob a Mira dos Estados Unidos; O Fracasso da Política de Blocos Econômicos; Marcha da Restauração Capitalista; Resistência das Massas e das Nações Oprimidas; Burocracia Estatiza as Organizações Sindicais; A Defesa da Vida dos Trabalhadores e Oprimidos se Vincula a Estratégia Socialista; Pôr em Pé o Partido Mundial da Revolução Socialista. Resoluções Internacionais; Situação Nacional; Resoluções Nacionais; Educação e Movimento Estudantil; Movimento Secundarista e Resoluções Educacionais. 9º Congresso. Manifesto do IX Congresso do POR. Resolução Sobre a Situação Internacional e Resolução Sobre a Situação Nacional. 10º Congresso. Apresentação: Teses Sobre a Crise Mundial. Resolução Nacional. Resolução Sobre a América Latina. Resoluções Agrárias do POR. Resolução Sobre Educação e Resolução Sindical. 1ª Conferência. RESOLUÇÃO POLÍTICA: A) A Crise Estrutural da Economia. B) A Crise do Regime Político. C) O Governo Pró-Imperialista de Collor. D) O PT, a Frente Popular, a Burocracia Sindical e a Crise. E) A Tarefa Estratégica e a Política Revolucionária da Situação. Resolução sobre o Governo Collor. Resolução sobre as eleições. I – As Eleições Como Instrumento da Ditadura de Classe Burguesa. II – As eleições e a crise. III – As Eleições como Elemento Central da Estratégia Democratizante do PT. IV – As Campanhas Burguesas. V – A Campanha do PT. VI – As Esquerdas nas Eleições.       VII – As Eleições e a Movimento Operário. VIII – A Política Revolucionária nas Eleições. IX – Por um Partido Operário Revolucionário. Resolução sobre o Leste Europeu e Rússia. Conferência Extraordinária de Ruptura com o PT. DECLARAÇÃO DA T.POR. A T. POR rompe com o PT e Chama o Voto Nulo. Resoluções sobre o PT e as Eleições e Resolução Sobre as Eleições para Governador e Parlamento. 2ª Conferência. Apresentação. Resoluções Políticas. Avança a Crise Mundial e a Barbárie Capitalista. Manifestação da Crise Estrutural no Brasil. Resoluções Sobre a Situação Nacional. 1) A Aparência e a Essência da Crise. 2) O Desenvolvimento da Crise Estrutural no Brasil. 3) A Submissão do País ao Imperialismo. 4) A Potencialidade da Crise Política. 5) A Decadência da Burguesia e a Estado Policial. 6) Capitulação do Reformismo Perante o Neoliberalismo. 7) A Burocracia Sindical Bloqueia a Unidade e a Ação Direta do Proletariado. 8) As Tarefas da Situação. 9) A Construção do Partido. Resoluções Organizativas do POR: I. Partido e Programa. II. Programa e Organização Partidária. III. Desenvolvimento do Embrião do Partido Revolucionário. IV Elementos Constitutivos da Organização Partidária. Resoluções da Conferência. I. Pela Derrubada Integral do Plano Antinacional e Antipopular de FHG. II. Construir a Frente Revolucionária Antiimperialista. III. Constituir os Tribunais Populares. IV Ampliar a Capacidade Propagandística e Avançar a Agitação. V. Resolução Sobre o Problema da Terra. Outras Resoluções Apresentadas e Aprovadas Pela Conferência. 3ª Conferência. Resoluções Sobre Situação Internacional. Resoluções Sobre Situação Nacional. Resolução Eleitoral. Programa para a Constituição da Frente Única Antiimperialista. 1. Combater a Opressão Nacional. 2. Que o Capitalismo não Descarregue sua Crise Sobre os Trabalhadores. 3. Abolição do Segredo Comercial e Controle Operário da Produção. 4. Responder a Política Antinacional e Antipopular do Governo. 5. Defesa dos Camponeses. 6. Defesa do Governo Operário e Camponês, Estratégia da Ditadura do Proletariado. 4ª Conferência. Teses Agrárias do POR: I. Formação da Estrutura Fundiária. II. A Violenta Implantação do Capitalismo. III. Tendência Concentracionista no Campo. IV. Opressão de Classe no Campo. V. Resolução Agrária. VI. Estratégia do Governo Operário e Camponês. Pontos do Programa Agrário. Resoluções Políticas. Situação Internacional. A Crise do Capitalista. Situação Nacional. A Desintegração do Capitalismo Encurrala o Brasil. 5ª Conferência. Apresentação. Situação da Desintegração Mundial do Capitalismo. Manifestações da Crise no Brasil Semicolonial. Anexo 1: O Reformismo do PT e a Falência das Esquerdas. Apresentação à Segunda Edição. Apresentação da 1ª Edição. I. Sob a Estratégia do Reformismo. II. O PT e o Leste. A Capitulação Democrática Frente ao Imperialismo. III. O PT e o Socialismo. O Socialismo Reformista e o Socialismo Marxista. IV. O PT e a Estrutura Semicolonial. O Reformismo e o Caráter da Revolução no Brasil. V. O PT, a Crise Econômica e o Plano Collor. O PT não é Capaz de Enfrentar a Política Econômica de Collor. VI. O PT e a Concepção de Partido. Partido de Massa e Partido de Quadros. VII. O PT e as Correntes de Esquerda. A Falência Estratégica das Esquerdas Petistas. VIII. Superar a Crise de Direção. Romper com o PT para Construir o Partido Revolucionário e Resolução Sobre a Situação Nacional. Anexo II: Estratégia e Tática do Partido Revolucionário nas Eleições. I. O Lugar das Eleições Presidenciais na Situação de Crise Capitalista. II. Crise do Regime Político. III. O Apoio do Imperialismo à Reeleição. IV. O Avanço da Crise Econômica e o Continuísmo Pró-Imperialista. V. A Tática da Frente Ampla do PT. VI. A Completa Integração do PT na Ordem Capitalista. VII. A Linha Programática do PT. VIII. A Posição Eleitoral da Esquerda Centrista. IX. Intervir nas Eleições com a Política Revolucionária. X. As Tarefas Colocadas Pela Situação Econômica e Política. XI. Desenvolver as Tarefas da Situação, Construindo o Partido Revolucionário e XII. Pontos ao Programa para a Constituição da Frente Única Antiimperialista. Anexo III: Polêmica na Cisão da CUT/CONLUTAS. CONLUTAS e Conlute como Instrumentos de Frente Única de Luta. Apresentação. Ao Encontro Nacional da CONLUTAS. Ao II Encontro Nacional Contra a Reforma Universitária. Construir uma Frente Única de Ação Direta e de Combate à Burocracia Sindical. Carta do Partido Operário Revolucionário (POR) à CONLUTAS. Resposta à Carta Aberta do PSTU ao PSOL. CONLUTAS e a Frente Única. Encontro Nacional da CONLUTAS. O Ultra-esquerdismo. Pela Frente Única de Oposição; Contra a Divisão da UNE. Balanço dos Congressos da CONLUTAS. Apresentação. Ao 1º Congresso da CONLUTAS. CONLUTAS – uma Nova Central? Manifesto ao Conat. Combater a Burocracia Sindical, sem Romper com a CUT. Luta Pela Independência e Democracia Sindicais. Superar a Crise de Direção. Combater o Eleitoral-Sindicalismo. Tarefas do Conat. Base Programática da Frente Classista e Antiburocrática. Anexo IV. Declaração Constitutiva do Cerqui. Declaração Política Constitutiva do Comitê de Enlace Pela Reconstrução da IV Internacional.
  87. Por que a juventude deve ser socialista? Pontos para o programa estudantil secundarista. Apresentação. Por que a juventude deve ser socialista. Pontos para o programa estudantil-secundarista. Anexo I: organização. A situação exige a organização da juventude. A importância dos grêmios secundarista. Obstáculos a serem vencidos. Construir grêmios livres e independentes. Proporcionalidade na formação da direção do grêmio. Assembleia estudantil e reuniões ampliadas. Jornal do grêmio. Anexo II: trabalho e estudo. O estudo e o trabalho devem estar juntos. O movimento estudantil está diante de três grandes problemas: 1) o desemprego; 2) destruição da escola pública. 3) a violência. Dois grandes problemas da juventude: desemprego e impossibilidade de estudar. A juventude dos bairros está sem escola e trabalho. Contra a destruição da educação, organizar o movimento estudantil com uma política revolucionária. “Progressão continuada” – promoção automática. O POR defende a educação vinculada à produção social. Enem: não avalia nada. O que você sabe sobre o Enem? Nossa campanha contra o Enem. Anexo III: violência nas escolas. Para acabar com a violência nas escolas. Nada de militarizar a escola. Anexo IV: Grêmios. Campanha junto aos grêmios. Que organização de grêmio devemos alcançar? Nossa luta pelos grêmios livres e independentes. Que grêmios precisamos? O grêmio nas escolas. Organizar os grêmios estudantis independentes. Anexo V. Contra as aulas de religião. Implantação das aulas de religião. Anexo VI: Luta antiimperialista. Combater a Alca: frente única antiimperialista. Devemos defender a luta do povo palestino. Por que nós estudantes temos de condenar a guerra dos EUA contra o Iraque. A luta contra a Alca e a Base de Alcântara tem de continuar. Os estudantes têm de assumir a luta antiimperialista. Os estudantes devem se mobilizar contra a guerra imperialista. Anexo VII: aliança com a classe operária. Os estudantes devem lutar ao lado da classe operária. Anexo VIII: os estudantes e o novo governo. Defesa do voto nulo programático. As eleições e o novo governo. Anexo IX: funcionamento da Corrente Proletária e como funciona a Corrente Proletária da Educação – secundarista.
  88. Programa da Corrente Proletária Estudantil. 1. Escola de classe. 2. Controle da educação. 3. Crescente mercantilização. 4. Reforma universitária. 5. Destruição do ensino presencial. 6. Ensino desvinculado da produção social. 7. Autoritarismo na universidade. 8. Ensino e pesquisa – aberrações anticientíficas. 9. Ambiente universitário é hostil à vida e as idéias dos explorados. 10. A principal contradição. 11. Soluções ilusórias. 12. Programa de transformação educação. 13. Construir a direção revolucionária e 14. Pontos do programa proletário para a educação.
  89. Programa de Transição da IV Internacional: 1 – Os requisitos objetivos da revolução socialista. 2 – O proletariado e a sua direção. 3 – Programa mínimo e programa de transição. 4 – Escala móvel de salários e escala móvel de horas de trabalho. 5 – Os sindicatos na época de transição. 6 – Os comitês de fábrica. 7 – O “segredo comercial” e o controle operário da indústria. 8 – A expropriação de certos grupos de capitalistas. 9 – A expropriação dos bancos privados e a estatização do sistema de crédito. 10 – Os piquetes de greve, os destacamentos de combate, a milícia operários, o armamento do proletariado. 11 – A aliança dos operários e dos camponeses. 12 – A luta contra o imperialismo e a guerra. 13 – O governo operário e camponês. 14 – Os sovietes. 15 – Os países atrasados e o programa de reivindicações transitórias. 16 – Programa de reivindicações transitórias nos países fascistas. 17 – A situação a URSS e as tarefas da época de transição. 18 – Contra o oportunismo e o revisionismo sem princípios. 19 – Contra o sectarismo. 20 – Lugar a juventude! Lugar as mulheres trabalhadoras! 21 – Sob a bandeira da IV Internacional.
  90. Programa do POR do 6º Congresso Nacional do POR.
  91. Programa do POR. Aprovado em seu III congresso de janeiro de 1993. Apresentação. I – A crise do imperialismo e o internacionalismo proletário. II – Brasil: país capitalista semicolonial. III – As classes sociais e o proletariado revolucionário. IV – O fracasso histórico do nacional-reformismo. V – A Estratégia da revolução e ditadura proletárias. VI – Método e tática da revolução proletária. VII – Aliança operário-camponesa e a frente única antiimperialista. VIII – Construir o partido operário revolucionário. IX – Reconstruir a IV Internacional – Brasil parte da revolução mundial e X – Brasil parte da revolução latino-americana.
  92. Reforma do ensino médio: privatização e desemprego. Apresentação. A crise histórica do capitalismo e a reforma do ensino médio. Plataforma defesa da escola vinculada à produção social. Nem oficialismo, nem reformismo. Por um programa de luta. FUNDEF e FUNDEB: Duas alternativas burguesas. Governo intensifica a preparação para impor a reforma do ensino médio e Covas anuncia medidas para reforçar a reforma privatista da educação.
  93. Resoluções Internacional e Nacional do 6º Congresso Nacional do POR. Introdução. Situação Internacional; O Avanço da Desintegração Capitalista; Resolução Internacional; Situação Nacional e a Resolução Sobre o Governo do PT.
  94. Resposta ao impostor Nahuel Moreno. Guillerme Lora. 1) O POR e a internacional. 2) N. Moreno e o partido operário revolucionário. 3) As teses de Pulacayo e o bloco mineiro parlamentar e 4) O foquismo, a assembleia popular e a frente revolucionária antiimperialista.
  95. Revista Proletária da Educação nº 03. Sumário. Reforma da educação de Covas: uma reformulação contrária à melhoria da qualidade de ensino. A aguda crise da educação atual. Avanços tecnológicos e educação. A falência do ensino superior e as duas vias para sua solução: a neoliberal e a revolucionária. Freire se distancia da política revolucionária/Política e reformas educativas (Guillermo Lora). Quatorze perguntas sobre a vida e a moral na União Soviética (Leon Trotsky). Da escola de classe (Anatoli Lunatcharsky).
  96. Revista Proletária da Educação nº 05. A Destruição da escola Pública nos EUA, Marx e a Educação, O Papel da Religião, A Escola e a Juventude: O Capitalismo só Oferece Desemprego e Repressão e Concepção Marxista da Educação: A Escola Vinculada à Produção Social. Concepção Marxista da educação. Politecnia: concepção marxista da educação. A formulação marxista da escola vinculada à produção social. A Comuna e a transformação da escola. Formulação da escola vinculada à produção social no congresso estadual da educação do Ceará. A escola e o trabalho. O estudo e o trabalho devem estar juntos. Programa “Jovem Cidadão” do governo. A violência sitia a escola. Para acabar com a violência nas escolas. Governo vai torrar milhões para militarizar as escolas. Violência marginal e eleições. A alfabetização dos números. Implantação das aulas de religião. A destruição da escola pública nos EUA. Reforma educacional nos EUA: privatização da escola pública. Elemento para o estudo da concepção marxista da educação: relação entre trabalho da juventude e escola. Estudo sobre a concepção marxista da educação. Politecnia e ensino: concepção marxista da educação. Alguns extratos sobre o problema da religião. Extrato sobre a violência marginal, a educação e o trabalho. Extratos: dados sobre a educação e extratos sobre a juventude e o trabalho.
  97. Revista Proletária da Educação nº 06 – As Reformas da Educação do Governo PT/Lula/PT. Apresentação. Imperialismo impõe as reformas da educação. Crítica á reforma educacional do governo PT/Lula. Banco Mundial e as diretrizes educacionais para o governo Lula. Combater a Reforma Universitária do governo PT/Lula. Pôr abaixo a reforma neoliberal da educação do governo PT/Lula. Contra a Reforma Universitária do PT/Lula. Desemprego e falta de escolas marcam a juventude em Rondônia. Ceará: Reforma educacional, falência do ensino e esmagamento salarial. Grave crise da educação do Estado do Ceará – Sucateamento do ensino público. A desintegração da educação reflete a barbárie social. O governo PT/Lula cumpriu o que prometeu. Reforma curricular no ensino médio – RN. Juventude e Escola de Classe. O que o capitalismo oferece às crianças e jovens da maioria oprimida. Assassinatos de moradores de rua: capitalismo em decomposição. Retrato da violência contra a juventude. Lênin a respeito da educação e do trabalho politécnico dos jovens. A morte de Krupskaia e o Problema da Educação.
  98. Revista Proletária da Educação nº. 01. Introdução. O significado do choque de concepção sobre educação. A ideologia neoliberal para a educação. O reformismo diante da falência do ensino. Educação enraizada na produção social. Educação em luta. Concepção de escola. Gestão da escola. Formação do professor. Avaliação. Financiamento. Carreira. Temas conjunturais. Avanços tecnológicos e a educação. Notas sobre o problema educativo. O grave erro dos tecnocratas. O porquê da unidade entre a teoria e prática. O papel que cumpre o alfabeto. A aguda crise da educação atual. O essencial do problema universitário. A arte pertence ao povo e pela libertação de educação.
  99. Revista Proletária da Educação nº. 02. Sumário. A estratégia da reforma neoliberal do ensino e as particularidades da municipalização. Alfabetização de adolescentes. Funcionários da educação. Críticas às teses reformistas. Contribuição ao I congresso nacional da educação. Defesa de uma linha revolucionária para a educação. A questão da educação como expressão da luta de classes. A política reformista do PT e a experiência do telensino no município de Icapuí no Ceará. Crítica à posição da Andes frente ao problema da universidade e à reforma neoliberal. Posição revolucionária e reformista diante do problema da educação (solução política ou técnico-pedagogica?). Reflexões de Karl Marx sobre alguns problemas fundamentais da política proletária. A educação socialista e os elementos da reforma da educação no Chile.
  100. Revista Proletária da Educação nº. 04. Apresentação: a defesa da educação vinculada à produção social é uma tarefa estratégica da revolução proletária. Conferência da educação. A crise histórica do capitalismo e a reforma do ensino médio. Barrar a reforma educacional do governo é lutar pela existência do ensino gratuito e contra as demissões. Governo avança na reforma educacional de liquidação da escola pública. Carta de princípios da oposição revolucionária. Educação no Rio Grande do Norte: o drástico retrato da educação pública no Nordeste. Construir a educação que forma o homem novo. Por que a unidade entre o trabalho manual e intelectual. Diferença entre a instrução profissional e a politecnia. Papel de Lênin na luta por uma escola politécnica. Educação social. O estudo de Lênin e do leninismo na escola. A libertação da mulher na revolução russa. Dia da mulher: denúncia da prostituição infantil. Para se construir o socialismo é necessário emancipar a mulher e proteger a mãe e a tese ao 5º congresso dos estudantes da USP – Poder estudantil (1998).
  101. Revista socialismo científica nº 08. Apresentação. 60 dias do governo PT/Lula. A estratégia democratizante do PT (1º congresso da TPOR – 1 e 2 de junho de 1989). O PT e a estrutura semicolonial do Brasil: o reformismo e o caráter da revolução no Brasil (extraído do folheto o reformismo petista e a falência das esquerdas, de janeiro de 1990). A ressaca eleitoral (jornal massas nº. 05, janeiro de 1990). As eleições e o movimento operário. Lula poderia ter ganho? Por um POR. A política revolucionária nas eleições. Para onde vão os progressistas? O que os esquerdistas não dizem. Onde estão os comitês pró-Lula? A CS falseia novamente. As eleições como instrumento da ditadura de classe burguesa. 1ª conferência nacional do POR (março de 1990). II – As eleições e a crise. III – As eleições como elemento central da estratégia democratizante do PT. IV – As campanhas burguesas. V – A campanha do PT. VI – As esquerdas nas eleições. VII – As eleições e o movimento operário. VIII – A política revolucionária nas eleições. IX – Por um partido operário revolucionário. Declaração de ruptura da TPOR (jornal massas nº. 09, maio de 1990). A TPOR rompe com o PT e chama voto nulo. (resolução de ruptura da TPOR com o PT, jornal massas nº. 09, maio de 1990). Resolução sobre o PT e as eleições. Resoluções sobre as eleições para governador e parlamento. Pacto social. O governo Collor retoma a iniciativa (massas nº. 10, junho de 1990). O PT arrasta a CUT ao pacto social. Boxes. Negociação ou pacto? Contra o pacto, greve geral. Abaixo a colaboração de classe. O pacto da CUT pela base. O congresso do PT (massas nº. 14, de outubro de 1990). Sobre o socialismo democrático. Sobre a desprivatização do Estado. Sobre o poder (sociedade civil e hegemonia). Sobre a tática. Conclusão. O fracasso histórico do nacional-reformismo (extraído das resoluções da III congresso do POR, que aprovou o seu programa. Eleições presidenciais – 1994 (extraído do jornal massas nº. 68 – abril de 1994). As divisões e alianças inter-burguesas. O PT e as alianças. Igreja e as eleições. Fora com os partidos burgueses e que o PT rompa com a burguesia. A direitização do PT (extraído do jornal massas nº. 69 – maio de 1994). O encontro nacional sob a tutela da burguesia e da Igreja. As alianças. O PT e os EUA. A política proletária exige o voto nulo. As esquerdas perante as eleições (extraído do jornal massas nº. 71 – julho de 1994). Convergência – PSTU se integra na frente popular. Causa Operária: Lula é candidatura operária. A grande farsa eleitoral. Eleições fortalecem o neoliberalismo (extraído do jornal massas nº. 77 – outubro de 1994). Uma vitória das oligarquias. PT vai aprofundar integração ao fisiologismo. O PT não chamou nenhuma resistência à ofensiva neoliberal. O papel das correntes de esquerda. Causa Operária e sua campanha pelo candidato operário. O crescimento dos votos nulos e brancos. Foi o apoio do poder econômico que elegeu. A corrupção prevaleceu do começo ao fim. O POR defendeu o voto nulo programático. O que está colocado: unidade operária para derrotar o plano real de fome. 2º turno: a disputa inter-burguesa foi acirrada (extraído do jornal massas nº. 79 – novembro de 1994). As mais espúrias e corrompidas alianças. O PT se comprometeu até a alma. PSTU mantém até o fim seu compromisso com a frente popular. Contra o engano eleitoral, chamamos as massas a resolver seus problemas com as próprias mãos, com a luta! (extraído do jornal massas nº. 150, da 1ª quinzena de abril de 1998). Unidade nacional, divisão regional. As massas estão sob a pressão eleitoral. As esquerdas se afundam no eleitoralismo. Frente única antiimperialista. Nada de frente eleitoreira com o reformismo, por uma frente única antiimperialista (extraído do jornal massas nº. 150, da 1ª quinzena de abril de 1998). O que significa a carta aberta do PSTU ao PT. Crise no PT e ruptura na frente eleitoral. (extraído do jornal massas nº. 151, da 1ª quinzena, de maio de 1998). O destino do PT (extraído do jornal massas nº. 152, da 2ª quinzena de maio de 1998). É correta a política eleitoral do PSTU? (extraído do jornal massas nº. 152, da 2ª quinzena de maio de 1998). Lula avança nas pesquisas eleitorais. O PT se compromete a preservar os interesses dos capitais para ganhar-lhes confiança (extraído do jornal massas nº. 153, da 1ª quinzena de junho de 1998). Eleições e crise (extraído do jornal massas nº. 153, da 1ª quinzena de junho de 1998). Por que não podemos constituir uma frente com o PSTU? (extraído do jornal massas nº. 153, da 1ª quinzena de junho de 1998). PT e democracia partidária (extraído do jornal massas nº. 154, da 1ª quinzena de junho de 1998). Democracia e socorro da justiça burguesa. No Paraná: apoio do PT a Requião. Manifesto de O Trabalho fala de Lula que não existe (extraído do jornal massas nº. 155, da 2ª quinzena de julho de 1998). PCO apóia candidatura da frente popular (extraído do jornal massas nº. 156, da 1ª quinzena de agosto de 1998). Manifesto do POR sobre as eleições. Voto nulo programático. Aos trabalhadores e à juventude estudantil (extraído do jornal massas nº. 157, da 2ª quinzena de agosto de 1998). Por que os trabalhadores devem votar no programa revolucionário. Constituir frente única antiimperialista e responder com luta ao plano antinacional e antipopular de FHC. O PSTU confessa: tudo pelas eleições! (extraído do jornal massas nº. 157, da 2ª quinzena de agosto de 1998). Notas sobre as eleições (extraído do jornal massas nº. 157, da 2ª quinzena de agosto de 1998). Balanço das eleições/1998 1º turno: o reformismo petista mostra sua podridão política (extraído do jornal massas nº. 160, da 2ª quinzena de outubro de 1998) e a V conferência do POR (julho de 1998).
  102. Revista socialismo científico nº 01. É necessário o combate à conciliação de classes. O agravamento da crise social. Resoluções da II conferência. A luta dos sem-terra no Brasil e as transformações agrárias necessárias. As origens do MST no Rio Grande do Norte e o sentido da reforma agrária. Sobre a opressão da mulher. A problemática da mulher e a luta Revolucionária. A questão religiosa e a conduta dos revolucionários. Historia do movimento operário no Brasil. A importância da revolução russa no desenvolvimento da luta revolucionária no Brasil. A formulação marxista da escola vinculada à produção social. Declaração política constitutiva do comitê de Enlace pela reconstrução da IV Internacional. O Comitê de Enlace pela reconstrução da IV Internacional sua história seus objetivos, seu programa. Pontos para uma resolução sobre o problema internacional. Vigência de estratégia da revolução e ditadura proletárias. Dois problemas da atualidade I – Política frente do POR. II – Inter-relação entre reforma revolução, entre objetivos imediatos e finalidade estratégica. A “Crítica” de O. Coggiola, Exemplo de que atacar o Partido Operário Revolucionário/Bolívia é um bom negócio e as formulações de Trotsky sobre a luta antiimperialista nas semicolônias.
  103. Revista socialismo científico nº 02. Apresentação. Para onde a crise capitalista leva o Brasil semicolonial. Considerações sobre o campesinato brasileiro. A tarefa é formar quadros marxistas sólidos. História do movimento operário no Brasil. A formação do Partido Comunista do Brasil (PCB). De Marx à nossa época: o combate ao reformismo. Alguns aspectos sobre a questão do negro. Autobiografia. A Quarta Internacional em luta contra a corrente. Aniversário da morte de Trotsky. A vida de um revolucionário. Stalin e o assassino de Trotsky. Trotsky está morto. Leon Trotsky: materialismo histórico e revolução permanente. Lev Davidovitch Trotsky. Perfil de um revolucionário. O lugar de Trotsky na história. Trotsky, revolucionário e filósofo. Trotsky, criador da estratégia militar da revolução. 57 anos de fundação da IV Internacional. As origens do trotskismo latino-americano. Leon Trotsky e a América Latina. Trotskismo e revisionismo no Brasil até 1964. Alguns documentos da oposição de esquerda no Brasil e a influência do pensamento de Trotsky e o testamento do Leon Trotsky.
  104. Revista socialismo científico nº 04. O mundo é sacudido pelas quebras dos Tigres Asiáticos – A crise das bolsas expressa a crise capitalista de superprodução. O caráter mundial da crise do Leste Asiático. O lugar do Imperialismo na crise do Leste Asiático. A crise já vinha se processando. O imperialismo japonês no centro da crise. Intervenção do Fundo Monetário Internacional (FMI). Reflexo da crise no Brasil. Tendências da economia mundial. O flagelo social da crise. A crise revolucionaria. Responder à crise com o programa revolucionário. Apresentação. A crise das bolsas expressa a crise capitalista de superprodução. Pontos para o debate sobre a crise internacional. Crise das bolsas é expressão da crise mundial do capitalismo. Sindicalismo frente à denominada globalização. Uma plataforma de lutas para o movimento social. Da Convergência Socialista ao Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU). Trajetória do centrismo pela constituição de um Partido Socialista (PS). Trotsky explica a vitória de Stalin. A democracia parlamentar pode substituir os soviets? (25 de fevereiro – Leon Trotsky). Aonde vai a Republica Soviética? (25 de fevereiro de 1929 – Leon Trotsky). Que será e que fará o governo Banzer? (apontamentos sobre os fatores determinantes) e a avança a situação revolucionária na Bolívia.
  105. Revista socialismo cientifico nº 05. Apresentação. Viva os 150 anos do Manifesto Comunista. 150 anos do Manifesto Comunista – a hipocrisia do elogio às falsificações do ataque. Artigos no jornal massas: A noventa anos do Manifesto Comunista (Leon Trotsky). Engels e os “Princípios do Comunismo”. 150 anos do Manifesto Comunista – seus conceitos fundamentais. 150 anos do Manifesto Comunista: quem o defende de verdade? Á plenária nacional organizadora dos 150 anos do Manifesto Comunista (contribuição à preparação coletiva do ato comemorativo dos 150 anos do Manifesto do Partido Comunista). Marx e Engels elevaram a consciência histórica do homem ao seu ponto mais alto. Notas ao Manifesto Comunista: a centralização e o Estado. Notas ao Manifesto Comunista: a ditadura do proletariado. Notas sobre o Manifesto: evolução histórica do proletariado. A 150 anos do Manifesto Comunista, sua atualidade (Guillermo Lora). Anexos: Prefácio ao Manifesto (Marx e Engels). Manifesto do Partido Comunista (Karl Marx e Friedrich Engels). Princípios do Partido Comunista (Friedrich Engels) e os estatutos da Liga dos Comunistas (e Friedrich Engels).
  106. Revista socialismo científico nº 06 – A Quarta foi construída para preservar o marxismo da degeneração estalinista. 60 anos da Internacional. Apresentação. A IV Internacional deve reconstruir-se partindo do objetivo estratégico da revolução e ditadura proletária. A luta pelo trotskismo nos anos 60 da IV Internacional. Contribuições fundamentais de Trotsky ao marxismo-leninismo: a revolução permanente e a economia combinada. O POR comemora os 60 da IV internacional. Debate sobre a IV Internacional no Espaço Cultural Florestan Fernandes. A IV Internacional vive no Programa de Transição. Viva a Quarta Internacional, partido mundial da revolução socialista! Breve histórico da oposição de esquerda e da fundação da Quarta Internacional. Os 60 anos da Quarta Internacional. Necessidade histórica do partido mundial. Frente única antiimperialista e revolução proletária. A declaração dos quatro – sobre a necessidade e princípios de uma nova internacional (pré IV). Programa de transição. Discussão dos membros do SWP com Crux (Trotsky) sobre “A Agonia do Capitalismo” (Programa de Transição). Discussão com Trotsky sobre o “Partido Trabalhista”. Uma discussão com Trotsky sobre o programa de transição. Bolchevique e estalinismo (29 de agosto de 1937 – Leon Trotsky). Tarefas e métodos da oposição de esquerda internacional. (Leon Trotsky – dezembro de 1932). O centrismo e a Quarta Internacional (Leon Trotsky) e o por que a Quarta Internacional (Trotsky).
  107. Revista Socialismo Científico nº 07. As principais Lutas Operárias Contra o Plano Neoliberais: Petroleiros, Ford, Portuários. Fora as Tropas Imperialista do Afeganistão; Por em Pé a Frente Única Antiimperialista. Superar a crise de direção. Os EUA necessitam da guerra. Fora o imperialismo genocida do Afeganistão. Constituir uma frente única antiimperialista. Posição frente ao ataque terrorista contra os EUA. Governos e feudal-burguesia islâmica do lado do imperialismo. Nosso objetivo central: Luta frontal contra o imperialismo (particularmente o norte-americano). Greve dos petroleiros: Resistência operária à implantação do Plano Real. A luta contra as demissões na Ford. Greve dos Portuários: Uma lição: Só a unidade operária além dos portos derrotaria os patrões. O Acordo de demissão e redução de salários na Volks. Reformar ou Transformar. O programa petista de reforma democrático e popular. A desintegração mundial do capitalismo impõe maior ofensiva imperialista. A manifestação da crise estrutural do capitalismo no Brasil. 84 anos da revolução Russa. O caráter imperialista da 1ª Guerra Mundial. Teses Política adotada pelo congresso extraordinário do Partido Operário Revolucionário. Teses gerais sobre a questão do Oriente. Sobre as teses sul-africanas e Carta aberta pela criação da IV Internacional. A todas as organizações e grupos revolucionários da classe operária. Trotsky, maio de 1935.
  108. Revista Socialismo Científico nº 09 – Encontros Operários do POR. Apresentação. Índice. Conhecer a realidade para transformá-la encontro operário de junho de 2002. Pontos para a política sindical do POR encontro de março de 2003. Combater a reforma sindical estatizante e burocrática. Encontro operário de junho. Encontro operário de junho de 2003. 4º congresso metalúrgico para combater o desemprego, a destruição de direitos trabalhista, o rebaixamento salarial e as reformas neoliberais do governo PT/Lula. Encontro operário de julho de 2003. Emendas ao caderno de teses apresentado pela direção do sindicato dos metalúrgicos do ABC para o 4º congresso sindical. Encontro operário de agosto de 2003. A capitulação da burocracia sindical perante o imperialismo. Encontro operário de setembro de 2003. A luta pela independência dos sindicatos e pela democracia operária. Encontro operário de novembro de 2003. É necessário construir uma nova direção. Encontro operário de dezembro de 2003. O movimento operário frente ao governo PT/Lula. Encontro operário de janeiro de 2004. Organização operária em comissões de fábrica. Encontro operário de fevereiro de 2004. Não nos enganemos mais, é hora de por em pé o instrumento de luta da classe. O Partido Operário Revolucionário. Encontro operário de março de 2004.
  109. Revista Socialismo Científico nº 10 – VII Congresso do POR. Resoluções e Documentos. . Apresentação. Resoluções internacionais. Resoluções nacionais. Resoluções educacionais. Documentos do 8º congresso. Documentos sobre a situação internacional. Ofensiva militar imperialista sobre as semicolônias. O intervencionismo econômico. Bolívia, Colômbia e Venezuela: sob a mira dos EUA. O fracasso da política de blocos econômicos. Marcha da restauração capitalista. Resistência das massas e das nações oprimidas. Burocracia estatiza as organizações sindicais. A defesa da vida dos trabalhadores e oprimidos se vincula à estratégia socialista. Pôr em pé o Partido Mundial da Revolução Socialista. Documento sobre a situação nacional. Documento sobre a educação e movimento estudantil e Movimento secundarista.
  110. Revista Socialismo Científico nº 11. Apresentação. Revista socialismo científico: um instrumento de construção programática do POR. Teses sobre a crise política do governo PT/Lula. 1) Reflexos da decadência da classe capitalista. 2) As alianças do PT com partidos da burguesia. 3) Decomposição generalizada. 4) Fracasso do programa reformista. 5) Disputa partidária no seio do Estado. 6) Desmoralizar para derrotar. 7) Desmantelamento do PT. 8) PT dá as armas à oposição burguesa. 9) A posição do estaninismo parasitário. 10) Por que o MST se alia à CUT e UNE em defesa de Lula. 11) O lugar da CUT no governo PT/Lula. 12) Fim do ciclo histórico do PT. 13) Comprovação das posições do POR frente ao PT. As raízes da crise política no país. 1) A falência do reformismo. 2) A integração do PT ao Estado burguês. 3) A política pró-imperialista do governo do PT/Lula. 4) As conseqüências do governo PT/Lula. Para as massas. 5) A política externa submissa ao imperialismo. 6) A crise é inter-burguesa. 7) As raízes da corrupção do PT. 8) A estatização dos sindicatos os leva a apoiarem o governo corrupto. 9) Os sem-terra à reboque do governo. 11) A impotência e falência política das esquerdas que orbitaram o reformismo. 12) Tendência da crise política. 13) Tarefas fundamentais. A trajetória de crise do governo PT/Lula. Crise testa o governo PT/Lula. Medidas recessivas e antipopulares. Choque com o MST. Caracterização das FARCs. Frente ao genocídio dos EUA. Crise no PT – expulsão de parlamentares. Prossegue a crise no PT. Os radicais aconselhados a não assinarem. O centralismo governista. A conduta do PCdoB estalinista. Seis meses do governo PT/Lula. O início do governo. A linha das reformas pró-imperialista. A crise interna no PT. O despontar da crise. Burocracia sindical diante do governo. Lutar pela independência do movimento operário e camponês. Crise do governo Lula. A reforma ministerial do governo Lula. Disputa inter-burguesa se acirra ao redor da política econômica. O governo do PT/Lula repete a corrupção de todo governo burguês. A ilusão da ética na política burguesa. Apodrecimento da política burguesa expressa o esgotamento do capitalismo. Não é possível corrigir a podridão. CPI é um jogo entre quadrilheiros do Estado. A bandalheira legalizada. Um partido da ordem capitalista tem de ser corrupto. Construir o partido do proletariado. Não se trata de um novo partido. Um chamado revolucionário. Agrava-se a crise econômica, e com ela a crise política. Retrocesso na economia. A corrupção surge de todos os lados. A democracia burguesa é uma farsa. As conseqüências são pagas pelas massas. Aumenta a divisão no governo do PT. O governo do PT/Lula encobre a corrupção. O crescimento econômico favorece ainda a mais a exploração. Mantêm-se as greves do funcionalismo. Onde chegou o PT em seus vinte e cindo anos? CPI dos Correios mostra governo do PT/Lula afundado na corrupção e fisiologismo. Crise e politicagem burguesas expressam mais conflitos. Cresce a crise do PT/Lula. Ofensiva contra o governo do PT/Lula. A CPI dos correios e do mensalão. Sobre a questão das provas. Diga-se com quem andas. A posição da esquerda petista. A posição da CONLUTAS/PSTU. O MST, CUT e UNE saem em defesa do governo. Defender a independência dos explorados. A crise do governo Lula. Reforma ministerial. Burocracia sindical petista e direção do MST tentam salvar o governo. As esquerdas e a CPI. O governo Lula a mercê da luta inter-burguesa. O governo Lula não tem como ser defendido. Nossa resposta. As reformas neoliberais do governo PT/Lula. FMI e Banco Mundial: pressa na aprovação das reformas. O PL-9 – continuísmo. Alckmin propõe mais descontos. A CUT se limitou a exigir teto de 20 mínimos. Defender a previdência pública, estatal e sob o controle dos trabalhadores. Um Brasil mais submisso ao imperialismo, mais pobre, com mais desemprego. Imperialismo exige que o Brasil cumpra suas diretrizes. Desnacionalização do país. Governo financia as multinacionais para a privatização. Ampliação da miséria. A desnacionalização das semicolônias é a saída para a crise mundial. A luta contra as medidas antinacionais e antipopulares. As negociatas em torno da Reforma da Previdência. Capital financeiro pressiona em favor da Previdência Complementar. O acordo da Reforma da Previdência. Militares querem regras diferenciadas. Marta/PT imporá a reforma da previdência. As direções sindicais e as medidas previdenciárias. A esquerda petista esbraveja em palavras. Não a destruição de direitos sociais. Derrubar a reforma neoliberal da Previdência. O governo PT/Lula governa para os capitalistas. Burocracia sindical colabora com a reforma criminosa. Abaixo a reforma neoliberal da Previdência. Organizar o movimento nacional de defesa da vida de quem produz toda a riqueza. A CUT não ataca a essência da reforma da Previdência de FHC/Lula. Marcas de um governo antipopular. Reforma da previdência: O governo PT/Lula cumpre a primeira lição de casa. O governo PT/Lula cumpriu o que prometeu. Abaixo a reforma pró-imperialista da educação. A reforma sindical aumenta a estatização dos sindicatos. Os ataques do governo do PT/Lula às massas. Direção Nacional do PT aprova a diretriz econômica do grande capital. Desemprego e achatamento salarial. Como o governo “democrático do PT/Lula” responde a essa situação? A política econômica transformadora. Sinais de crise: Luta no campo. Reforma da Previdência. Recessão e desemprego. Posição da burocracia sindical petista. Defender a independência do movimento operário e popular. Três fatos marcaram a semana. As condições dos trabalhadores se agravaram. Orçamento: governo do PT/Lula tira 3,57 bilhões da saúde. Mais um passo da reforma universitária: a doação de 100 mil mensalidades escolar aos capitalistas. Desemprego, arrocho e reforma precisam de resposta de luta. Não à Reforma Universitária do governo PT/Lula! Desintegração capitalista agravará problemas no Brasil. A crise afetará o Brasil. Crise econômica e crise política. Os movimentos amordaçados e submissos. É preciso quebrar a política divisionista e colaboracionista da burocracia sindical para enfrentar a diretriz de expropriação salarial e de empobrecimento dos trabalhadores. Não só os professores foram à luta. Greves na polícia. Universitário páram. Inicia a greve do judiciário. O despontar grevista. Uma só política dos governos. A fraqueza do movimento. Estavam dadas as condições para uma greve geral do funcionalismo. A crise mundial e a política governamental não permitirão o “crescimento sustentado”. Desemprego ou emprego. A classe operária diante do governo Lula. O mercado mundial põe um freio ao crescimento apoiado nas exportações.
  111. Teoria marxista do partido político. I. Aspectos gerais do partido político. II. Teoria marxista do partido político. III. Função do partido revolucionário. IV. Interrelação dialética entre classe e partido. V. Tática e estratégia. VI. Relação dialética entre tática e estratégia. VII. Estrutura do partido. VIII. O lugar da crítica e da autocrítica no partido revolucionário e IX. Relação entre organização e programa.
  112. Teses Agrárias do POR. A revolução agrária, parte da revolução proletária. I) Formação da estrutura fundiária. II) A violenta implantação do capitalismo. III) Tendência concentracionista no campo. IV) Opressão de classe no campo. V) Revolução agrária. VI) Estratégia do governo operário e camponês. Pontos do programa agrário. Mais resoluções agrárias do X congresso do POR.
  113. Teses de Pulacayo. Apresentação. Importância das Teses de Pulacayo no momento atual. Seu significado. Aspectos essenciais. Sua projeção. 1) A que se deve sua atualidade? Razão dos ataques da burguesia e da “esquerda” reformista. 2) Aspectos essenciais das Teses de Pulacayo. 3) Projeção das Teses de Pulacayo. Significado e Projeções das Teses de Pulacayo. Como devem entender-se as Teses de Pulacayo? Tese Central da Federação Sindical dos Trabalhadores Mineiros da Bolívia. I. Fundamentos. II. O tipo de revolução que deve se realizar. III. Luta contra o colaboracionismo classista. IV. Luta contra o imperialismo. V. Luta contra o Fascismo. VI. A FSTMB e a situação atual. VII. Reivindicações Transitórias. VIII. Ação direta de massas e lua parlamentar. IX. A ordem burguesa de unidade nacional, opomos a Frente Única Proletária. X. Central Operária e XI Pacto e compromissos.
  114. Textos sobre a tática revolucionária Marx – Lênin – Trotsky. Apresentação. Do Comitê Central à Liga. Uma escola de estratégia revolucionária. As premissas materiais da revolução. Os problemas da tática revolucionária. Uma escola de estratégia revolucionária. Discurso em defesa da tática da Internacional Comunista no Terceiro Congresso da Internacional Comunista em 1 de julho de 1921. Tese sobre a tática. 1. Delimitação da questão. 2. Às vésperas de novos combates. 3. A tarefa mais importante do momento. 4. A situação no interior da Internacional Comunista. 5. Combates e reivindicações parciais. 6. A preparação da luta. 7. Os ensinamentos da ação de março. 8. Formas e métodos de combate direto. 9. A atitude em relação às camadas médias do proletariado. 10. A coordenação Internacional da Ação. 11. A ruína das Internacionais 2 e 2 e ½. Questões de tática internacional. A revolução Espanhola e as tarefas dos comunistas. 1. A velha Espanha. 2. O exército espanhol e a política. 3. O proletariado espanhol e a nova revolução. 4. O programa da revolução. 5. Comunismo, anarcosindicalismo, socialdemocracia. 6. A junta revolucionária e o partido. Os dez mandamentos do comunista espanhol. Pela ruptura da coalizão com a burguesia e depois das eleições para as cortes.
  115. Três linhas para a crise: A revolucionária, em oposição à neoliberal e à reformista. Construir a Frente Revolucionária Antiimperialista. Introdução. Construir a Frente Revolucionária Antiimperialista. É preciso rejeitar a Frente Popular. A tarefa revolucionária é construir os comitês em todo país de frente única antiimperialista. Dois programas opostos: o da burguesia e o do proletariado. Rechaçar o programa antinacional e antipopular do governo. Para sustentar a superexploração, o governo ainda toma as seguintes medidas e o programa do proletariado.
  116. Três reformas neoliberais do governo do PT/Lula: educacional (universitária), sindical e trabalhista. Apresentação. Crítica à reforma educacional do governo PT/Lula. Continuísmo neoliberal. Avaliação e reforma: duas exigências do Banco Mundial. Justificativa subserviente à diretriz da reforma neoliberal. Conseqüências devastadoras. Educação reflete a situação econômica. Os monopólios ditam o lugar da educação. A incapacidade da esquerda de se contrapor ao mercantilismo na educação. Democratismo ilusório do reformismo. É preciso estabelecer o vínculo entre a produção social e a escola. A reforma do ensino como tarefa democrática. Combater a reforma universitária privatista e destruidora do ensino público e gratuito do governo PT/Lula/PT. O papel das instituições de ensino superiores públicas e privadas. A “autonomia universitária”. O gerenciamento. Gestão e estrutura. Acesso e permanência. Programas e conteúdos. Avaliação. A reforma universitária que se precisa. O fórum de políticas da USP e a reforma universitária. Quem diz quais são as necessidades da sociedade? Que autonomia é essa? Quem se mantém no poder? Não à reforma universitária do governo do PT/Lula! Unidade dos estudantes com a classe operária e demais oprimidos para lutar contra as reformas neoliberais. A transformação do ensino é estratégia. A reforma sindical do governo do PT/Lula é meio para impor a destruição dos direitos trabalhistas. Reforma sindical e trabalhista. As negociações. Sobre o direito de greve. Sobre a sustentação financeira. Sobre a estrutura sindical. A reforma sindical impõe a trabalhista e o intervencionismo estatal contra os trabalhadores.
  117. V congresso do POR. São Paulo de 12 a 13 de junho de 1997. Resoluções sobre a crise capitalista. Resolução política. Introdução. Resolução sobre a Crise mundial do capitalista. Resoluções políticas do 5º congresso do POR. 1. Tendências desagregadoras do capitalismo mundial. 2. A ideologia pró-imperialista da globalização neoliberal. 3. Burguesia nacional submete o Brasil aos ditames do imperialismo. 4. Mercosul e Alca: um beco sem saída para as economias atrasadas e semicoloniais. 5. A função atual da democracia burguesa. 6. A corrupção orgânica no Estado burguês. 7. O plano entreguista do governo. 8. A via da maior desintegração do país. 9. Os reflexos sociais do plano real. 10. A adaptação do reformismo às pressões pró-imperialistas. 11. A importância estratégica do movimento camponês e 12. A tarefa é superar a crise de direção.
  118. VI congresso do POR. Resoluções internacionais e nacionais. Introdução. Situação internacional. O avanço da desintegração capitalista: resolução internacional. Situação nacional e a resolução sobre o governo do PT.
  119. Vila Socialista: A vila defendida com a luta de classe. Nossa luta pela terra ninguém mata nem enterra. 5 anos da desocupação: o movimento continua. Introdução. Vila Socialista. Movimento popular por moradia, como tantos outros. Por que se transforma em uma referência? Em algo diferente mesmo revolucionário? O que é a Vila Socialista? Vila Socialista: a vida defendida através da luta de classes. Da negociata eleitoral à pressão. A violência reacionária da burguesia sobre os trabalhadores da Vila Socialista. A luta em defesa da ocupação. A situação da ocupação. A situação dos ocupantes nas escolas. As prisões de Boni, Romildo e Zé do Carmo. A ação dos comitês contra a opressão social. Não faltou o oportunismo da esquerda apodrecida e reformismo. A importância da luta popular pela moradia. Decomposição capitalista é a causa das ocupações. No Brasil, a maioria é pobre. Desemprego crescente aumenta o número de mineráveis. Depende do movimento operário. O posicionamento do POR. Defendamos a Vila Socialista. Resistir até o fim! Terra e miséria. Capitalismo e moradia, Diadema, o espelho do regime econômico. Os sem-teto e as ocupações. Ocupação e autodefesa. Movimento popular e movimento operário. A autodefesa e as forças policiais. A visão pacifista e a violência reacionária do Estado. A reação contra a Vila Socialista. José Augusto contra os sem-teto. 78 dias de negociação. Caíram as máscaras de Quércia e Fleury. Dirigente impotente do PT a “barra” da polícia. Polícia fuzila lideranças. Que nos entreguem com vida os desaparecidos! Em defesa da liderança. A crise capitalista avança e com ela a crise social. Que a Vila Socialista volte para os sem-teto. Pela libertação imediata dos presos políticos movimentos dos sem-teto e prisões. A ditadura da classe burguesa e seu Estado policial. Prisões na Câmara de Diadema e o mandato parlamentar. De onde vem o perigo? Quem são os criminosos? O significado político das prisões. Por onde passará a libertação dos presos e a luta dos sem-teto. O caminho deve ser o da luta. A crise se agravará e a luta deverá se agudizar. A campanha em defesa da Vila Socialista. Boletim da tendência pelo partido operário revolucionário (14/dezembro de 1990). Defendamos a Vila Socialista, com a mobilização operária e de massa. Que a CUT, sindicatos e movimentos populares assumam esta tarefa. Matérias publicadas no jornal massas. Ato em defesa da Vila Socialista. Expulsão de Manoel Boni do PT e a repressão da policial da burguesia. Ato pela construção dos alojamentos. A luta da Vila Socialista e Morro do Samba continua. A campanha contra as prisões políticas. Libertemos os presos políticos. Mais um preso da Vila Socialista. Os assassinatos no campo continuam impunemente. A CUT, o movimento camponês e o movimento popular. Boletim da tendência pelo partido operário revolucionário. Libertação dos presos políticos. Polêmica sobre o método. O documento de Manoel Boni. Documento de Manoel Boni a respeito da polêmica surgida no comitê de apoio às ocupações em Diadema e pela libertação dos presos políticos. Sobre a polêmica gerada no comitê de apoio. Resistência pacifica ou resistência revolucionária. Resposta pública da T.POR à campanha contra a autodefesa, aplicada na Vila Socialista. Pela autodefesa. De que lado devem ficar os apoios? A que levem as acusações absurdas? A falta de seriedade. A quem ajuda o terrorismo verbal? É oportunismo aproveitar-se da situação. O que a resistência da Vila Socialista nos demonstrou. Que apoio o movimento dos sem-teto necessita. Anexo: fotos.
  120. X congresso do partido operário revolucionário. Resoluções políticas: Teses sobre a crise mundial. Resolução nacional. Resolução sobre a América Latina. Resolução agrária. Resolução sobre a educação e resolução sindical.
  121. Programa do POR [Janeiro de 2003]
  122. Teses sobre a Educação
  123. VI Congresso do POR[